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Fala Sério! • 18 de junho de 2013 • 10h10

O sereno da vida.

Por: A.J. Rettenmaier

O sereno da vida, não está nos brancos cabelos das madrugadas do poeta. Porque ele nos alcança de noite, de madrugada, pela manhã ou à tarde.

Mas o mais importante é saber que este sereno de agora, pode trazer o sereno de amanhã.
 
Este mesmo sereno não deve lhe cobrar e nem você ficar se perguntando o que  e porque fez. Se fez, revise seus próprios conceitos e avalie seu próprio sereno.
 
No sereno da vida, projetamos, buscamos, caímos, levantamos, tentamos, queremos, mas... Sempre valem a pena nossas tentativas. Mesmo que erroneamente imaginamos que vamos alcançar e depois vemos escapar por entre os dedos.
 
E isso nos leva a pensar no cometermos um erro jamais imaginado. O chão foge dos pés. Afundamos. E somos logo julgados pelo passado e o futuro, além do presente é claro. Só que vale a pena lembrar que a beira do buraco está de um lado a mão limpa do passado e do outro a pura do futuro.  Cumpra a sentença ditada pela vestal juíza da vida. Mas sempre haverá uma mão no caminho para ajudar a sair dos joelhos, enquanto outras estiverem empurrando para o nada.
 
Não nos decepcionemos com os que não nos sabem dar talvez o perdão, porque certamente pode lhes faltar amanhã. Alguns se cercam de deuses e meditações, mas esquecem de ser vida. E não sentem a vida. Não conhecem o sereno da vida.
 
Mas o mais importante é saber que este sereno do agora, pode trazer o sereno de amanhã.
 
Que não será de vida no sereno. Mas sereno na vida.
 
De manhã. Na janela. Respire fundo. Sinta.
 
O sereno da vida.
 
Antonio Jorge Rettenmaier, Cronista, Escritor e Palestrante. Esta crônica está em mais de noventa jornais impressos e eletrônicos no Brasil e exterior.  Contatos, ajrs010@gmail.com


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