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La Delegación del Paraguay en el Parlamento del MERCOSUR llevará una propuesta al Plenario. Los Parlamentarios se reunieron con el Vice-Ministro de Ganadería de Paraguay, Marcelo González.

La Delegación, luego de acordar con autoridades del Ejecutivo de su país, planteará en el Plenario una Recomendación para el Consejo del Mercado Común (CMC), que a partir del acuerdo MERCOSUR/Unión Europea, la cuota de carne exportable al Viejo Continente se distribuya a razón del 25% por cada país integrante del bloque, así como se utilice el sistema denominado de “bolsa común”, que implica que, si un país no puede cumplir con su cuota, otro que esté en mejores condiciones lo haga.

En tal sentido, los integrantes paraguayos de la Comisión de Infraestructura, Transporte, Recursos Energéticos, Agricultura, Pecuaria y Pesca, recibieron el pasado jueves (19) al Vice-Ministro de Agricultura, Marcelo González. La reunión fue presidida por el Parlamentario Enzo Cardozo y en la misma se expuso la Propuesta de Recomendación con los términos recién citados. Estuvieron presentes los Parlamentarios Blanca Lila Mignarro, Nelson Argaña y Neri Olmedo. La reunión fue en la Biblioteca y Archivo Central del Congreso Nacional del Paraguay.

Tras la reunión, González indicó que el Ejecutivo viene respaldando al sector privado en sus negociaciones y que tiene el mismo criterio de que la cuota de carne para la Unión Europea se distribuya de manera equitativa entre los cuatro integrantes plenos.

Si uno no puede exportar, otro sí

El Vice-Ministro González explica que “el agregado es que, en los casos que no puedan cumplir [los países su cuota], establezcamos cumplir una bolsa común, que implica que a otro le corresponde completar el cupo. Esto, teniendo en cuenta que el sector agropecuario es muy dinámico pues, mientras en un lugar puede haber sequía, en otro puede haber bonanza”.

En relación a esta bolsa común, también denominada como “distribución de excedentes”, comprende la posibilidad de que algún Estado Parte decida la utilización parcial o no utilización del cupo asignado inicialmente.

Tratado de Asunción

El acuerdo MERCOSUR-Unión Europea comprende la posibilidad de exportar desde el MERCOSUR carne bovina en un total de 99.000 toneladas, carne aviar 180.000 toneladas, carne porcina 45.000 toneladas; arroz 60.000 toneladas; miel de abeja 45.000 toneladas; leche en polvo 10.000 toneladas, quesos 30.000 toneladas; entre otros.

Entre los argumentos de la presentación, que adquiere la forma de “Recomendación” del Parlamento del MERCOSUR, se señala el Tratado de Asunción, que en su artículo segundo indica: “El Mercado Común estará fundado en la reciprocidad de derechos y obligaciones entre los Estados Partes”, entre otras fundamentaciones.

La Delegación Paraguaya presentará esta Recomendación, en la próxima Sesión Plenaria del Parlamento del MERCOSUR, el día 30 de septiembre y pedirá su tratamiento inmediato.

Acordo UE-MERCOSUL: Parlamentares do Paraguai propõem uma cota de carne exportável equitativa entre os sócios

A Delegação Paraguaia no Parlamento do MERCOSUL elevará uma Proposta ao Plenário. Os Parlamentares se reuniram com o Vice Ministro de Pecuária do Paraguai, Marcelo González.

A Delegação Paraguaia, logo de acordar com autoridades do Executivo de seu país, apresentará no Plenário do PARLASUL uma Recomendação ao Conselho do Mercado Comum (CMC), que a partir do acordo MERCOSUL-União Europeia, a cota de carne exportável ao velho continente se distribua com uma razão de 25% por cada país integrante do bloco, e que também seja utilizado o sistema denominado de “bolsa comum”, que implica que, se um país não pode cumprir com sua cota, outro que esteja em melhores condições o faça.

Neste sentido, os integrantes paraguaios da Comissão de Infraestrutura, Transporte, Recursos Energéticos, Agricultura, Pecuária e Pesca, receberam na quinta-feira (19) ao Vice Ministro de Agricultura, Marcelo González. A reunião foi presidida pelo Parlamentar Enzo Cardozo e na mesma foi debatido a Proposta de Recomendação com os termos citados acima. Estiveram presentes os Parlamentares Blanca Lila Mignarro, Nelson Argaña e Neri Olmedo. A reunião foi na Biblioteca e Arquivo Central do Congresso Nacional do Paraguai.

Logo após a reunião, González indicou que o Executivo vem respaldando ao setor privado nas suas negociações e que tem o mesmo critério de que a cota de carne para a União Europeia se distribua de forma equitativa entre os quatro membros plenos.

Se um não pode exportar, o outro sim

O Vice Ministro González explica que “o agregado é que, nos casos que não possam cumprir [os países a sua cota], estabeleçamos cumprir uma bolsa comum, que implica que a outro lhe corresponda completar a cota. Isto, tendo em conta que o setor agropecuário é muito dinâmico já que, em um lugar pode haver seca, em outro pode haver bonança”.

Em relação a esta bolsa comum, também denominada como “distribuição de excedentes”, compreende a possibilidade de que um Estado Parte decida a utilização parcial ou não utilização da sua cota inicial.

Tratado de Assunção

O acordo MERCOSUL-União Europeia compreende a possibilidade de exportar desde o MERCOSUL carne bovina por um total de 99.000 toneladas, carne aviar 180.000 toneladas, carne de porco 45.000 toneladas; arroz 60.000 toneladas; mel de abelha 45.000 toneladas; leite em pó 10.000 toneladas, queijos 30.000 toneladas; entre outros.

Entre os argumentos da apresentação, que toma a forma de “Recomendação” do Parlamento do MERCOSUL, se refere ao Tratado de Assunção, que em seu artículo segundo indica: “O Mercado Comum estará fundado na reciprocidade de direitos e obrigações entre os Estados Partes”, entre outras fundamentações.

A Delegação Paraguaia apresentará esta Recomendação, na próxima Sessão Plenária do Parlamento do MERCOSUL, no dia 30 de setembro e pedirá seu tratamento imediato.

(Parlasul/Com informações da Assessoria de Imprensa da Unidade de Enlace do Paraguai)

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