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O candidato da Coligação Muda Brasil à Presidência da República, Aécio Neves, comprometeu-se a firmar parcerias com o agronegócio brasileiro para tornar o setor mais produtivo e reafirmou que irá resgatar o etanol como fonte de energia renovável.

"Nossa proposta traz um compromisso claro com o resgate do etanol e a partir daí vamos fazer um choque de infraestrutura no Brasil. Para que o campo, o agronegócio e a pecuária possam ser cada vez mais competitivos, gerando mais divisas, mais emprego e mais renda", afirmou em visita à Uberlândia (MG), no Triângulo Mineiro, no último dia 4.

Aécio lembrou a importância de fortalecer o agronegócio para impulsionar a economia e a competitividade do Brasil. "Venho mais uma vez em Uberlândia reafirmar os nossos compromissos com o agronegócio, com o setor da economia brasileira que mais tem ajudado o Brasil a avançar nos últimos anos. Tenho uma parceria com o agronegócio que não é feita por conveniência, mas por absoluta convicção da importância do apoio que o governo tem que dar a esse setor, para que ele se torne cada vez mais competitivo, com investimento em logística e com a diminuição do custo Brasil", afirmou.

Falhas

Para o candidato à Presidência da República, o atual governo de Dilma Rousseff falhou em compreender a ampla importância estratégica do etanol do "ponto de vista econômico, social e também ambiental". Segundo ele, é fundamental o resgate do combustível para que o país cresça de forma sustentável.

"O Brasil é o único país do mundo que vai na contramão da sensatez, porque nós subsidiamos combustíveis fósseis quando temos uma matriz energética extraordinária. A própria biomassa poderia hoje ter uma participação muito expressiva na nossa matriz energética, equivalendo quase à geração de uma usina Belo Monte, e não tem, pela incapacidade desse governo de compreender a importância do setor", ressaltou ele.

Mudança segura

Em entrevista, Aécio reiterou que a candidatura da Coligação Muda Brasil representa "a mudança segura que o Brasil precisa viver". "Não mudamos nossas posições em função da eleição. Continuo hoje acreditando naquilo que acreditava lá atrás: na estabilidade da economia, na Lei de Responsabilidade Fiscal, na parceria com a agropecuária, na gestão eficiente como instrumento de melhoria da qualidade de vida das pessoas, no fortalecimento do municipalismo", destacou Aécio, que chegou a Uberlândia ao lado do candidato ao governo de Minas Gerais, Pimenta da Veiga, e do candidato ao Senado Antonio Anastasia, ambos do PSDB.

Diferenças

Aécio ressaltou que a candidata Dilma Rousseff não inspira confiança nos brasileiros. "O resultado da economia é trágico. Vamos ter a inflação de novo saindo de controle, o processo de crescimento negativo da nossa economia. Estamos em recessão técnica no Brasil e com os indicadores sociais todos em declínio", constatou.

O candidato da Coligação Muda Brasil também lembrou que a candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, no passado, foi contra as medidas econômicas "transformadoras" como o Plano Real e a Lei de Responsabilidade Fiscal - implementadas pelo então presidente da República Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Na época, Marina integrava o Partido dos Trabalhadores (PT).

"As duas [outras] candidaturas [Dilma e Marina] que hoje se apresentam se opunham a essas medidas transformadoras, revolucionárias da vida brasileira. Tenho absoluta convicção de que, quanto mais claras ficarem as diferenças entre as várias candidaturas, maior será o apoio à nossa. A nossa experiência de gestão em Minas Gerais, reconhecida hoje no Brasil e fora do Brasil, é referência para vários outros Estados brasileiros, é o que o Brasil precisa vivenciar", destacou.

Asimp/PSDB

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