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A Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento renovou contrato com a Superintendência Federal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, no valor de R$ 6,9 milhões para prestação de serviços de apoio operacional e laboratorial visando a classificação de produtos vegetais. O trabalho de classificação será feito pela Companhia de Desenvolvimento Agropecuário do Paraná (Codapar).

O secretário Norberto Ortigara disse que ao renovar o contrato o Ministério reconhece o trabalho desenvolvido pela Codapar que tem expertise de certificação de qualidade de produtos de origem vegetal, seus subprodutos e resíduos de valor econômico. “A confiança do Ministério foi reafirmada e queremos prestar um bom serviço perante o importador ou exportador, garantindo a qualidade do que se vende ou se compra”.

Segundo o presidente da Codapar, Silvestre Dimas Staniszewiski, o trabalho é desenvolvido nas unidades de Paranaguá, Foz do Iguaçu, Santa Helena e Guaíra. “Temos um grupo de técnicos especializados em vários tipos de produtos de origem vegetal, frutas, grãos e leguminosas que classifica a atenta a qualidade do produto que está entrando no país”. 

Os produtos são classificados por faixas de qualidade, com enquadramento em grupos, subgrupos, classes, subclasses e tipos de acordo com a respectiva norma de classificação. “Toda a soja que entra pelo Paraguai, as maçãs que vêm da Argentina ou alho do Chile, passam pela nossa classificação”, diz Staniszewiski.

AGILIDADE - O trabalho de classificação e certificação dos produtos importados da Argentina e Paraguai passam pelos portos secos de Foz do Iguaçu, Guaíra e Santa Helena. “Em média, 2,5 milhões de toneladas de produtos passam anualmente pela classificação da Codapar nesses portos secos, afirma o diretor-técnico Operacional da empresa, Sinval Tadeu Amaral Reis.

Com relação aos produtos para exportação, como soja, milho e farelo de soja, a Codapar audita o trabalho feito por empresas privadas “controladoras de qualidade”, nos terminais de embarques ferroviários e armazéns no interior do Estado, agilizando o escoamento da safra e evitando filas nos terminais exportadores. “Anualmente, além desse trabalho de auditoria, fazemos o controle de qualidade de 17 milhões de toneladas de grãos e farelo de soja exportados pelo Porto de Paranaguá”, acrescenta Sinval.

Além da classificação e controle de qualidade dos produtos de origem vegetal, a Codapar encaminha parcerias para 8 de suas grandes unidades de armazenamento, com cooperativas e empresas privadas diretamente ligadas ao agronegócio, alinhando suas estruturas de armazenagem ao setor produtivo do Estado. 

Outro destaque é o setor de Engenharia Rural que, capitaneada pela Secretaria da Agricultura, deverá gerir o Programa Estadual de Readequação e Conservação de Estradas Rurais, aliado a um amplo programa estadual de conservação de solos e água.

AEN

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