Digite pelo menos 3 caracteres para uma busca eficiente.

Cidade de Maringá promove evento para os agricultores locais esclarecerem todas as dúvidas que envolvem o trabalho temporário

O agronegócio é um dos principais motores da economia brasileira e, principalmente em época de safra, tem a necessidade de contratar funcionários temporários que, consequentemente, acaba empregando profissionais que vão desde a produção até o administrativo.

Assim como outros setores, o agronegócio vive uma difícil realidade: a escassez de mão de obra especializada. Encontrar um profissional para determinadas funções tem se tornado uma verdadeira dor de cabeça para os produtores rurais. Além dessa dificuldade, poucas empresas sabem, ao certo, qual o regime legal, quais as estratégias do trabalho temporário, quais são os prazos que devem ser cumpridos com esses colaboradores, onde encontrá-los, quais são as taxas de tributação, enfim, todo o entendimento legal e jurídico sobre a contratação direta de profissionais temporários.

Com o objetivo de contribuir com o setor, a Employer, em parceria com a Cocamar - Cooperativa de Cafeicultores de Maringá - realizará uma palestra no dia 20/11 com o tema: “O Trabalho Temporário no Agronegócio”. Durante todo o evento, a empresa apresentará soluções que facilitam o dia a dia do RH como recrutamento assertivo, folha de pagamento online e holerite na internet, entre outros. 

“As Agroindústrias querem ter certeza da legalidade da contratação de trabalhadores temporários e se o prazo do contrato se ajusta a flutuação do tempo necessário para atender aos excessivos imprevistos do tempo, como sol e chuva, além da disponibilidade de logística”, explica Marcos Abreu, que completa: “os empregadores devem se preocupar ao máximo na hora de escolher a agência de trabalho temporário que fornecerá os trabalhadores necessários. É imprescindível que ela esteja credenciada pelo Ministério do Trabalho”.

O principal ponto que o agricultor deve ter em mente ao contratar um trabalhador temporário é o de que este empregado deve ter o mesmo tratamento que seus empregados permanentes, tanto na equiparação salarial, quanto nas normas de medicina e segurança do trabalho.

Marcos Abreu é Presidente do Grupo Employer, empresa especializada em soluções de RH e Agência de Trabalhadores Temporários credenciada pelo Ministério do Trabalho.

Comentários:

Seja o primeiro a comentar!


Deixe seu comentário:

Aceita receber as novidades do Jornal União em seu e-mail?
* todos os campos são obrigatórios