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Assistimos uma entrevista do jornalista Paulo Henrique Amorim, que em suas breves palavras tripudiou de forma veemente o nome do ministro Sérgio Moro. Disse que Moro é um analfabeto, um ignorante, afirmando que não tem domínio da concordância verbal. Esquece-se de que Moro domina fluentemente o inglês e era considerado entre seus pares acima da média. Incrível suas afirmativas que assombra aos mais céticos, pois colocou toda a culpa dos problemas do país sobre os ombros do então juiz que, segundo ele acabou com toda a economia do Brasil apenas para colocar um homem na cadeia, que é o Lula, coitado! Inocente. Vale lembrar que não me lembro de ver um político tão boca suja igual a do ex-presidente. Nas entrelinhas causou a impressão de que Moro agiu de forma premeditada e, a seu ver, iria ser convidado a compor o Ministério. Não dá pra acreditar que um considerado conceituado profissional da imprensa possa falar tanta besteira.

Acreditamos que poucas pessoas se lembram, quando no governo Collor, Amorim questionou a Economista Maria de Conceição Tavares (esquerdista extrema convicta) a respeito do choque que a sociedade sofreu por conta do sequestro da poupança e de contas correntes, que tiveram seus limites reduzidos aos valores de NCz$ 50 mil (50 mil cruzados novos), a moeda da época, que representa aos valores atuais aproximadamente R$ 7 mil (sete mil reais) e que poderiam ser resgatados apenas 20 por cento, depois de 18 meses a juros de 6 por cento ao ano. Na ocasião a entrevistada acabou com o jornalista, que além da atividade jornalística parece-nos que também é economista, mas, sofreu com as palavras ácidas da defensora do ex-presidente Collor, que explicou a importância de rígido procedimento.

Um fato interessante é sua preferência política. O governo Bolsonaro ainda está no seu início e Amorim fica bombardeando a gestão federal, como se a culpa das falcatruas que aconteceram no país fosse de responsabilidade da atual gestão do governo, o que não é verdade. Precisamos lembrar que é necessário apoiar em tudo o chefe da nação. Errar é próprio do ser humano, mas, persistir no erro, não se pode admitir. Precisamos esperar mais, antes de ficar apedrejando gratuitamente para fazer nome de forma gratuita.

Chegou a hora de o Brasil dar certo. Chega de patifaria, de abutres querendo a todo o custo com a intenção nefasta em acabar com o país, que cultivam aquela frase inaceitável: “Quanto pior melhor” E, diga-se de passagem, estava para acontecer uma catástrofe, caso houvesse continuidade de administradores petistas na condução governamental. Os venezuelanos que o digam. Lula conservava um relacionamento estreito com Hugo Chávez, que a partir de 1998 iria acabar com a pobreza da Venezuela. Hoje estamos vendo o que aconteceu. Precisamos agora, estimular a todo o custo para que nosso país possa encontrar o caminho do desenvolvimento e ver o sorriso no semblante de toda a nação.

Edilson Elias -  é jornalista, escritor, membro da Academia de Letras, Ciências e Artes de Londrina e presidente do jornal FATOS DO PARANÁ

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