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Já escrevi neste mesmo espaço sobre a diminuição de multas nas estradas brasileiras, já constatados pelos motoristas, devido ao período da obrigatoriedade dos faróis acesos nas estradas durante o dia, e que agora assimilados pelos condutores, que circulam por todo o país. Em pouco mais de um ano, já se observa as autoridades se preocupando quanto à vertiginosa queda no número de notificações e, no outro artigo, já mencionamos o mecanismo que utilizarão para dar equilíbrio ao caixa, com visível declínio. Não poderia deixar de mencionar a opinião que estamos escrevendo a respeito dessa imoralidade. Muitos profissionais da comunicação têm medo de emitir o pensamento que corresponda aos anseios da população, que tem nos questionado.

"Mas, não estão reduzindo os acidentes"? Respondemos afirmativamente e foram boas. E completam: "Mas, eles não estão preocupados com a vida dos profissionais do volante e passageiros"? Nesse momento afirmamos categoricamente. "Essa preocupação não existe. Eles não se preocupam com o bem estar da população. A satisfação maior, incontestavelmente é o caixa sempre abastecido. As máquinas de notificações de trânsito trabalham freneticamente. É claro, que com esse método não há dúvida que as tragédias diminuem". Devemos lembrar que o fator primordial nesse caso é a arrecadação do sistema, que precisa abastecer a voracidade desenfreada de seus comandantes.

Para terem uma ideia das afirmativas que fizemos sobre acrescentarem mais uma fórmula de arrecadação surgiu agora os famosos Drones, equipamento silencioso e pequeno que está sendo objeto de vigia, sem qualquer aviso, nas estradas perigosas em faixas contínuas existentes. E estão ali para fazer caixa. É econômico e assustadoramente eficiente. Será necessário avisar os incautos que ultrapassam nesses trechos que, inegavelmente, oferecem perigo à vida humana. Quanto à duplicação, investimento de atribuição dos governos, quer federal ou estaduais em que a máquina governamental irá precisar desembolsar e parar de arrecadar será muito difícil acontecer, a não ser, que as administradoras de pedágio o cumpram, cuja atribuição é da gestão pública e repassem esses "benefícios" ao usuário.

Ora, pra que governo assim? Sabemos que a corrupção está instalada em todo o mundo desde os tempos remotos, mas, no Brasil já se tornou endêmica e insuportável, e quando se acusa resultados excelentes, isso serve de estímulo para que permaneçam assim, abusando da conduta dos "cordeiros que pagam multas" nas estradas.

Edilson Elias - O autor é jornalista, escritor, historiador do Paraná, professor e diretor presidente do jornal FATOS DO PARANÁ® - Londrina - dilsonelias@yahoo.com.br   -   edilson@fatosdoparana.com.br

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