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Em minhas visões demoradas e refletidas

das vidraças do bar vejo o mundo espraiado

do polo norte ao sul, por todas as avenidas,

visão imaginária do todo, que se fez meu aliado

Pouco importa se estou em São Paulo ou Lisboa

meus versos despejam tintas e cuidam dos povos

que ora se agitam, anseiam, amam, odeiam e soa

o sino das seis em todas as igrejas de seus bairros

É o mundo infinito da linguagem serena do verso

que nos mostra o plúrimo, o caleidoscópio

no volteio das palavras em que permaneço imerso

Natureza imensa do orbe que inunda a visão do poeta

não é fingidor, nem sente deveras, nenhuma dor;

simplesmente de um café orbita em torno do planeta.

Amadeu Garrido de Paula, é Advogado, sócio do Escritório Garrido de Paula Advogados - bruna@deleon.com.br

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