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Ao sair de 2017, encontramos 2018 de braços abertos e cheio de possibilidades. Diante do início desse novo ciclo, convido-te, leitor, para um momento de reflexão. Ainda que a nossa vida, quase sempre acelerada, teime em não nos permitir uma pausa, nos próximos minutos, além de refletirmos sobre o ano que chega, conversaremos a respeito do que precisamos fazer para que tenhamos um ano maravilhoso.

A transição, entre 2017 e 2018, dá-nos a oportunidade de podermos refletir sobre os acontecimentos passados e de podermos empreender determinadas correções de rota. Certamente, no ano passado, em algum momento, cometemos falhas. Seja priorizando a nossa vida profissional e/ou acadêmica em detrimento da nossa saúde mental e física, seja não tendo paciência com o próximo, por exemplo. Em razão disso, convido-te a empreendermos o exercício do perdão, direcionado a nós mesmos. Isso porque a autocrítica, em excesso, só fara com que venhamos a começar o ano sob um estresse desnecessário. O estresse, quando em excesso, afeta negativamente o nosso sistema imunológico.

À medida que os anos passam, em razão dos empecilhos do cotidiano, vamos nos revestindo de uma armadura pesada. Tal fato se dá, porque determinadas circunstâncias do dia a dia e a competitividade contemporânea fazem com que a nossa percepção, pouco a pouco, vá sofrendo distorções. De tal modo que passamos a enxergar, frequentemente, perigo onde não há, por exemplo. Diante disso, faz-se necessário que tenhamos coragem para abandonarmos nossa armadura e, consequentemente, permitirmos a reversão dessa postura excessivamente defensiva. Ao empreender tal atitude, perceberemos o quanto os conflitos cotidianos e o contato com o próximo podem enriquecer a nossa existência e podem também auxiliar no desenvolvimento da nossa maturidade.

Que, em 2018, tenhamos paciência, sabedoria e perseverança para empreendermos pausas reflexivas no nosso cotidiano e para, sempre que acharmos necessário, empreendermos correções a nossa trajetória. Além disso, que tenhamos coragem e maturidade para adotar, à medida do possível, posturas menos defensivas em relação aos acontecimentos do nosso dia a dia e aos indivíduos a nossa volta. Ademais, que, em 2018, ao nos deparar com o que temos de melhor, possamos redigir, alegremente, mais uma etapa da nossa história nas páginas desse novo ano.

Anderson Luís Pires Silveira / Estudante de Medicina – UFSM - Santa Maria/

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