Digite pelo menos 3 caracteres para uma busca eficiente.

En estos tiempos de aislamiento social, preventivo y obligatorio que vivimos en la República Argentina, la gran mayoría de los medios de comunicación saturan hasta el hartazgo con informaciones disímiles minuto a minuto y periodistas, precisamente no oficialistas, utilizan la pandemia del coronavirus COVID-19 para llevar agua para su molino. O, mejor dicho, reportarse a sus jefes de los medios hegemónicos a ver quién encuentra el mejor modo de embarrar la cancha al Gobierno Nacional. Mal que les pese, su accionar ante la coyuntura es ejemplo en el mundo y al decir de la Organización Mundial de la Salud. Incluso ha hecho crecer su imagen positiva a límites insospechados hace un mes atrás. Por ello nos quieren contaminar de Infodemia, esa epidemia informativa que no cesa ni siquiera ante la desgracia creciente de personas enfermas y fallecidas. Todos se han transformado en expertos en pandemias, epidemias, virus o son infectólogos o científicos a los que nunca respetaron. Y ahora se han transformado en los más acérrimos defensores de los más ricos del país, con el grito en el cielo, simplemente por el hecho que el Presidente de la Nación les ha requerido a los poseedores de las grandes fortunas de nuestro país que colaboren, que sean solidarios, que ganen un poquito menos de las exorbitantes sumas que ganan anualmente en función de ser aplicadas a combatir éste flagelo que nos aqueja.

En busca de ese gesto solidario, el Jefe del Bloque de Diputados del Frente de Todos, Máximo Kirchner, ha esbozado la idea de un proyecto de ley para aplicar un impuesto a quienes adhirieron al blanqueo de capitales en el anterior gobierno de Mauricio Macri, como así también a los legisladores que declaren más de 20 millones de pesos de patrimonio y a las grandes cadenas de supermercados que reduzcan sus márgenes de ganancias a un 4%.

Trascendió por distintos medios una larga lista con los nombres de los funcionarios del gobierno de Macri, empezando por él mismo que poseen cuentas en paraísos fiscales en países de baja o nula tributación, y que se acogieron al blanqueo de capitales en el año 2017. En el año 2018 Argentina se encontraba en el 5to lugar con mayor cantidad de cuentas offshore. Hoy se conoce por medio de la AFIP (Administración Federal de Ingresos Públicos) que existen fondos argentinos depositados en el exterior por un monto de aproximadamente 123 mil millones de dólares.

En el año 2018, en mi carácter de Parlamentario del MERCOSUR presenté una propuesta al pleno del PARLASUR: un Proyecto de Recomendación solicitando un Protocolo de Armonización de Normas Sobre Ética en el Ejercicio de la Función Pública. El espíritu de la propuesta es que se establezca fehacientemente la prohibición para funcionarios públicos de tener algún tipo de participación con cuentas bancarias en países de escasa o nula tributación, tanto al momento de su designación como en funciones. Cabe aclarar que este tipo de instrumentos financieros, las cuentas offshore, han sido caracterizadas dentro del rubro de actividades de lavado de activos o dinero y evasión de impuestos, que a su vez se encuentran asociadas a actividades ilícitas. La lucha contra estos mecanismos se ha instalado definitivamente en la agenda internacional por su probada eficacia en el combate contra el crimen organizado, cuestión rubricada en distintas reuniones del G20. Consideramos para ello también el informe de la Comisión de Asuntos Jurídicos e Institucionales del PARLASUR 104/2016/RE/XXXVIII – SO-MEP/196/2016.-

Por ello, en estos tiempos donde el mundo demanda que los que más tienen aporten a sus gobiernos para combatir los distintos flagelos que azotan en todas las latitudes y que se apliquen a políticas de salud, fundamentalmente en esta época de coronavirus, creímos importante reflotar proyectos como el que hice mención, que no es una problemática exclusiva de la República Argentina sino de toda la región. Para que quede en evidencia no solo quienes pueden o están habilitados para ejercer la función pública de forma transparente y cristalina, sino que sea un llamado también a aquellos que aprovecharon situaciones de permisividad fiscal por parte del gobernante de turno como fue el caso de Mauricio Macri. Aún más ante este cambio de paradigma en el mundo que determina que es hora de que los que más tienen dejen de ganar dinero en forma exorbitante y en detrimento de los que menos tienen. Es tiempo que ese porcentaje que dejen de ganar los ricos sean destinados a políticas que combatan pandemias como la actual, desastres naturales y el hambre que sufren millones de personas en el mundo. Ojalá podamos ver pronto ese nuevo mundo.

Mario Alfredo Metaza, Parlamentario del MERCOSUR en Representación de la Provincia de Santa Cruz – Argentina, del Bloque Frente de Todos.

Pense no depois. A pandemia pós

Nestes tempos de isolamento social, preventivo e obrigatório que vivemos na República Argentina, a grande maioria da mídia satura a ponto de insatisfação com informações diferentes minuto a minuto e jornalistas, precisamente não oficiais, usam a pandemia de coronavírus COVID-19 para trazer água para o seu moinho. Ou melhor, reportar a seus chefes na mídia hegemônica para ver quem encontra a melhor maneira de turvar o campo para o Governo Nacional. Infelizmente, suas ações diante da situação são um exemplo no mundo e de acordo com a Organização Mundial da Saúde. Ele até aumentou sua imagem positiva para limites inesperados há um mês. É por isso que eles querem nos contaminar com a infodemia, a epidemia informativa que não para mesmo diante da crescente desgraça das pessoas doentes e mortas. Todos se tornaram especialistas em pandemias, epidemias, vírus ou são infectologistas ou cientistas que nunca respeitaram. E agora eles se tornaram os mais fortes defensores dos mais ricos do país, com o grito no céu, simplesmente devido ao fato de o Presidente da Nação ter exigido que os titulares das grandes fortunas de nosso país colaborassem, que eles sejam solidários, que ganhem um pouco menos do que as somas exorbitantes que ganham anualmente, com base na sua aplicação para combater esse flagelo que nos aflige.

Em busca desse gesto de solidariedade, o Chefe do Bloco de Deputados da Frente de Todos, Máximo Kirchner, delineou a idéia de um projeto de lei para aplicar um imposto àqueles que aderiram à lavagem de dinheiro no governo anterior de Mauricio Macri, como também aos legisladores que declaram mais de 20 milhões de pesos em ativos e às grandes redes de supermercados que reduzem suas margens de lucro para 4%.

Uma longa lista com os nomes dos funcionários do governo Macri surgiu de várias formas, começando por si mesmo, que possui contas em paraísos fiscais em países com pouca ou nenhuma tributação e que se aproveitou da lavagem de dinheiro em 2017. em 2018, a Argentina ficou em 5º lugar com o maior número de contas offshore. Hoje se sabe através da AFIP (Administração Federal da Receita Pública) que existem fundos argentinos depositados no exterior por um valor aproximado de 123 bilhões de dólares.

Em 2018, como membro do Parlamento do MERCOSUL, apresentei uma proposta ao PARLASUR completo: um projeto de recomendação solicitando um protocolo para a harmonização de normas de ética no exercício da função pública. O espírito da proposta é que a proibição de funcionários públicos de ter algum tipo de participação em contas bancárias em países com pouca ou nenhuma tributação, tanto no momento de sua nomeação como no cargo, seja estabelecida de maneira confiável. Deve-se notar que esse tipo de instrumento financeiro, contas offshore, foi caracterizado na categoria de atividades de lavagem de dinheiro ou lavagem de dinheiro e sonegação de impostos, que por sua vez estão associadas a atividades ilícitas. A luta contra esses mecanismos tornou-se definitivamente parte da agenda internacional devido à sua eficácia comprovada no combate ao crime organizado, uma questão iniciada em diferentes reuniões do G20. Para tanto, consideramos também o relatório da Comissão de Assuntos Jurídicos e Institucionais do PARLASUR 104/2016 / RE / XXXVIII - SO-MEP / 196 / 2016.-

Por esse motivo, nesses tempos em que o mundo exige que aqueles que mais contribuem com seus governos combatam os diferentes flagelos que assolam todas as latitudes e que se aplicam às políticas de saúde, fundamentalmente neste período de coronavírus, acreditamos que era importante refazer projetos como o que mencionei, que não é um problema exclusivo da República Argentina, mas de toda a região. Para que fique evidente não apenas quem pode ou está habilitado a exercer a função pública de maneira transparente e cristalina, mas também um chamado para aqueles que se aproveitaram de situações de permissividade fiscal por parte do governante em exercício, como foi o caso de Mauricio Macri . Ainda mais diante dessa mudança de paradigma no mundo que determina que é hora de quem tem mais de parar de ganhar dinheiro exorbitantemente e em detrimento daqueles que têm menos. Está na hora de o percentual que os ricos param de ganhar se destinar a políticas que combatam pandemias como a atual, desastres naturais e a fome que milhões de pessoas no mundo sofrem. Espero que possamos ver esse novo mundo em breve.

Mario Alfredo Metaza, parlamentar do MERCOSUL em representação da Província de Santa Cruz - Argentina, do Bloco Frente de Todos.

Comentários:

Seja o primeiro a comentar!


Deixe seu comentário:

Aceita receber as novidades do Jornal União em seu e-mail?
* todos os campos são obrigatórios