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O prefeito de Cambé, Conrado Sheller, participou ontem da assinatura de um acordo que prevê um incremento no investimento por parte do Governo do Estado na Santa Casa de Cambé. A assinatura do governador Carlos Massa Ratinho Junior foi feita em cerimônia no Palácio Iguaçu. A Santa Casa de Cambé é referência para uma população de mais de 130 mil pessoas, entre Cambé, Florestópolis, Bela Vista do Paraíso, Prado Ferreira e Miraselva. Também foram contemplados o Hospital São Rafael, de Rolândia, e o Cristo Rei, de Ibiporã.

A partir do acordo, foi firmado um novo contrato com a Secretaria de Saúde do Paraná, com ampliação do volume de recursos. O repasse mensal para a Santa Casa de Cambé subirá de R$ 723 mil para R$ 1.010 milhão, um incremento de R$ 17,2 milhões em 60 meses. “Esse convênio vai salvar vidas e reforçar o que é a essência de um governo: cuidar de quem mais precisa”, destacou Conrado Scheller, que abraçou a causa pela Santa Casa ainda antes de ser eleito prefeito de Cambé.

A Santa Casa mantinha um contrato de subvenção, que foi finalizado em dezembro do ano passado, após 48 meses de vigência. Agora, o novo convênio será com pagamento por produção via Sistema Único de Saúde (SUS), pela oferta de serviços.

O deputado estadual Tiago Amaral, que acompanha de perto a situação dos hospitais filantrópicos sob intervenção, desde a criação da Lei da Subvenção, em 2016, da qual foi o autor do anteprojeto que garantiu repasses mensais durante quatro anos, comemorou a assinatura do novo contrato intermediado por ele junto ao secretário Beto Preto e Governo do Estado. “Sem esses três hospitais a saúde na região entraria em colapso. Eles atendem uma população de 400 mil pessoas. Pacientes de vários municípios precisariam procurar atendimento no sistema sobrecarregado de saúde de Londrina, que não daria conta. Essa, sem dúvida, é uma das ações mais importantes para a saúde da população do norte do Paraná”, afirma Tiago Amaral.

A interventora judicial Tatiana Muller comemorou a conquista. Ela está acertando os últimos detalhes para finalizar a intervenção e o novo contrato dá mais tranquilidade neste momento. “Eu estou feliz de participar dessa história desse o início, quando bati na porta do gabinete do Tiago Amaral com uma ideia maluca. Os hospitais tinham perdido a possibilidade de fazer convênios e foi aí que surgiu a ideia da Lei de Subvenção, que garantiu repasses aos três hospitais no seu pior momento. Nem pagar médicos e funcionários nós conseguíamos”, afirmou

“Administrar hospitais é um grande desafio, ainda mais em um período como esse de pandemia. Esses contratos fazem com que as intervenções sejam extintas e passe a valer a meritocracia, com o Estado cobrando pela boa gestão, buscando a qualidade máxima no repasse dos recursos. Isso, sem dúvida, significará um melhor atendimento para a população”, afirmou o governador.

O secretário de Estado Saúde, Beto Preto, destacou que a rede filantrópica de hospitais é essencial para o atendimento ofertado aos paranaenses. “São mais serviços e mais atendimentos que vão se refletir na saúde da população. Um contrato perene que ajuda a aliviar a administração hospitalar”, ressaltou.

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