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A Secretaria de Fazenda, em parceria com a Secretaria de Captação de Recursos, recebeu três novos tablets no começo de agosto para auxiliar no trabalho dos fiscais da pasta e para facilitar a abertura de novas empresas no município. O secretário de Fazenda, Gabriel Cândido, ressalta que os equipamentos vão permitir que os alvarás de licença sejam liberados mais rapidamente, favorecendo a abertura de empresas no município.

O secretário pontua que, atualmente, a parte das etapas é feita manualmente. “Depois que os futuros empresários fazem o cadastro no Empresa Fácil e nós recebemos esses documentos, boa parte dos processos são feitos por meio de papel impresso, o que faz com que seja muito burocrático e mais lento”, explica. De acordo com ele, com esses novos equipamentos as informações cadastradas pelo empresário vão direto para o fiscal, que vai fazer a vistoria e encaminhar o relatório diretamente ao sistema.

Ainda segundo Cândido, Cambé gasta em média um dia e quatro horas para liberar um alvará de licença, uma média baixa se comparada à do Paraná (um dia e 15 horas) e a do Brasil (três dias e uma hora). “Nossa expectativa é reduzir mais ainda esse tempo, favorecendo os novos empresários e também agilizando o nosso trabalho”, pontua.

Segundo o secretário, a mudança na Lei de Zoneamento e outras mudanças administrativas que foram feitas já auxiliariam nessa redução de tempo, mas a ideia é diminuir ainda mais essa espera. “O empresário não quer e não precisa ter que conseguir diversos documentos para abrir uma empresa. Com essas mudanças e os novos aparelhos, vamos desburocratizar e agilizar o trabalho”, frisa Cândido.

Os fiscais da Secretaria de Fazenda começaram a usar os equipamentos no último dia 9 e a economia vai além da questão do tempo de espera. “Essa mudança também possibilita que o nosso trabalho seja mais sustentável, pois vamos substituir as impressões de papel pelo meio online, além de evitar que os fiscais fiquem indo e voltando a todo o momento”, detalha.

Gabriel Cândido ainda pontua que essa alteração no formato não vai ser refletida nas taxas que devem ser pagas. “O valor do serviço vai continuar o mesmo, mas com mais agilidade e menos burocracia”, finaliza.

NCPMC

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