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Elas fazem parte de entidades de ajuda humanitária de municípios de abrangência da usina.

Uma legião de quase 30 mil pessoas, 21.775 diretamente e 6.824 indiretamente, já foi beneficiada pelo auxílio eventual concedido pela margem brasileira da usina de Itaipu, neste ano, especialmente durante a pandemia da covid-19. O benefício se estende a todo o Oeste do Paraná.

São pessoas atendidas por entidades de ajuda humanitária ou de caráter beneficente que precisam de subsídios para sobreviver e sofreram grande impacto na arrecadação no período do avanço do novo coronavírus.

 “São os chamados ‘invisíveis’, que ganham rosto por meio de uma ação emergencial que preza, acima de tudo, a dignidade humana”, diz o coordenador do Grupo de Trabalho Estratégico Covid-19 da Itaipu, coronel Aureo Ferreira.

Para essas instituições, a usina reservou R$ 5,5 milhões. Esse valor se soma a outros R$ 15 milhões destinados para a reestruturação do Hospital Ministro Costa Cavalcanti (HMCC), que passou a contar com uma ala exclusiva para doentes graves da covid-19. O recurso também foi usado para habilitar o Centro de Medicina Tropical da Tríplice Fronteira (Lace), ligado ao HMCC, a fazer testagem da doença.

Outros R$ 4 milhões foram empregados em um convênio com o Governo do Paraná para contratação de 700 bolsistas na área de saúde, também para o enfrentamento da covid-19.

Com o auxílio eventual foram atendidas entidades de Brasilândia do Sul, Cascavel, Entre Rios do Oeste, Serranópolis do Iguaçu, São Miguel do Iguaçu, Vera Cruz do Oeste, São José das Palmeiras, Pato Bragado, Nova Aurora, Medianeira, Marechal Cândido Rondon, Diamante d’Oeste, Boa Vista da Aparecida e Foz do Iguaçu, no Paraná, além de Mundo Novo, no Mato Grosso do Sul.

Poucas empresas investiram tanto em auxílio emergencial no enfrentamento da covid-19 como a usina de Itaipu. “É uma grande força-tarefa para ajudar os mais vulneráveis, atendendo a uma premissa básica de valorização da nossa gente, conforme diretriz do diretor-geral brasileiro de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna”, afirma Aureo. E acrescenta: “A medida está diretamente ligada à política do governo federal. Os empregados de Itaipu sentem orgulho dessa ação, que tem um simbolismo muito forte, que é o da solidariedade.”

Asimp/Itaipu Binacional

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