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O Paraná foi o primeiro destino escolhido no Brasil por representantes da União Europeia que integram uma comitiva que visita o País com o objetivo de estreitar laços e avaliar possíveis oportunidades de negócios e parcerias. Para discutir os principais pontos de interesse, integrantes da missão se reuniram com representantes de secretarias de Estado nesta quarta-feira (18), no Palácio Iguaçu, em Curitiba. Também participaram a Agencia Paraná Desenvolvimento (ADP) e a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep). 

Integram a missão o chefe da Seção de Comércio e Investimento da delegação da União Europeia, Nicolas Ardito, e representantes da Áustria, Bélgica, República Checa, Alemanha, Grécia, Espanha, França, Irlanda, Itália, Lituania, Holanda, Romênia, Suécia, Eslováquia e Reino Unido. 

“É um momento importante de diálogo, entrosamento, de troca de ideias sobre possibilidades para o futuro”, explica o Secretário Especial para Assuntos Estratégicos, Flávio Arns. 

De acordo com o secretário, o contato entre as culturas é algo que deve ser valorizado. “O Paraná precisa se inserir cada vez mais no contexto internacional para a troca de informações com outros países para melhorar, aprimorar e avançar no comércio, nas áreas econômica, de tecnologia, educação, cultura, esporte, do meio ambiente”, afirma Arns. 

Durante o encontro, cada setor do governo estadual expôs sua estrutura, trabalhos e principais projetos. Segundo Nicolas Ardito, o Paraná é a primeira etapa da viagem do grupo pelo Brasil. “Nosso objetivo na primeira visita aqui é estabelecer contato, conhecer o trabalho desenvolvido e os representantes do Estado”, explica. O destino foi escolhido por meio de votação dos membros do bloco da União Europeia. 

De acordo com o presidente da Agência Paraná de Desenvolvimento, Adalberto Netto, a União Europeia já é um parceiro importante do Paraná. “Eles escolherem o Paraná para ser o primeiro Estado nessa rodada de negócio com intuito de aumentar o comércio e investimentos”, afirma. “O Paraná pode trabalhar muito mais com produtos básicos, manufaturados e investimentos”, conclui. 

AEN

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