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Famílias de Tamarana em situação de vulnerabilidade social se formaram em cursos gratuitos dirigidos ao mercado de trabalho. Foram três capacitações entre o fim de 2019 e o início de 2020: auxiliar administrativo, comércio voltado ao setor varejista e comércio direcionado aos segmentos atacadista e de supermercados.

Os cursos contaram com 68 participantes e ocorreram na sala de reuniões da Unidade de Atenção Primária à Saúde (UAPS) Padre Carmel Bezzina, no Jardim Juny. Os alunos receberam os últimos certificados na semana passada.

A iniciativa resulta de parceria da Secretaria estadual da Justiça, Família e Trabalho com o Centro de Integração Empresa-Escola do Paraná (Ciee-PR) – e, em Tamarana, teve o apoio da Secretaria municipal de Assistência Social e do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Professora Sueli Dias de Paula Oliveira.

Focada em munícipes cadastrados no programa Nossa Gente Paraná (antigo Família Paranaense), a ação deu bons resultados, conforme o Ciee. "Foi uma participação positiva da população referenciada no Cras. Esperamos que, para o participante, isso reflita positivamente na sua busca pela inserção no mercado de trabalho", analisou a coordenadora regional Ciee em Londrina, Roseli Marques.

É o caso da moradora Simone Brauninha, de 28 anos. "Eu adorei o curso. Que nem, modos de comportamento, de tom de conversa. Coisas que já fiz no meu passado – que nem, já trabalhei de boia-fria –, eu não sabia que servia para um currículo", exemplificou ela.

"Espero que tenha vários outros cursos e oportunidades para as pessoas irem atrás dos seus objetivos", acrescentou Marcinéia Aparecida de Souza Pires, de 30 anos. Ambas as alunas disseram que, atualmente, suas maiores demandas de aprendizagem são na área de informática.

"Novas parcerias estão sendo firmadas para novos cursos. Cada vez mais, vemos a necessidade e a importância destas qualificações", apontou a secretária municipal de Assistência Social, Mariza Assumpção Jorge.

A gestora, porém, também lembrou aos usuários dos serviços da pasta sobre a importância de ter a formação escolar requisitada pelo mercado de trabalho. "Algumas empresas, dependendo do cargo pretendido, ainda aceitam o nível fundamental, mas outras já exigem a conclusão do ensino médio.  Nossa orientação para aqueles que estão em idade escolar é que não abandonem seus estudos. E aqueles que não conseguiram terminar seus estudos, que procurem fazê-lo", concluiu Mariza.

NCPMT

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