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A juíza Claudia Catafesta, da Vara de Adolescentes em Conflito com a Lei da comarca de Londrina, esteve em Tamarana na última terça-feira (14) para apresentar a técnica da justiça restaurativa para representantes da rede de proteção à infância e à adolescência do município.

Ao longo dos últimos anos, a magistrada tem encabeçado diferentes iniciativas para implantar esse instrumento em Londrina, onde, desde 2016, através da lei municipal 12.467, já existe o Programa Municipal de Práticas Restaurativas nas Escolas Municipais.

A justiça restaurativa trata-se de uma técnica baseada em rodas de conversa mediadas por facilitadores para buscar a resolução pacífica e consensual de conflitos. A ferramenta pode ser utilizada tanto no âmbito de casos que tramitam no próprio Judiciário quanto em ambientes como escolas e empresas.

Participaram da reunião com a juíza a presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e secretária de Educação, Cultura e Esportes do município, Maisa Nakata; a secretária de Assistência Social do município, Mariza Assumpção Jorge; o assistente social do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), Carlos Eduardo Ramos, e o assessor de comunicação da prefeitura e membro do CMDCA, Lucas Marcondes Araújo.

A partir de agora, a proposta também será apresentada para os demais integrantes da rede de proteção à infância e à adolescência e do CMDCA. O objetivo da administração municipal é que, conjuntamente, sejam traçadas estratégias que possibilitem a realização de práticas da justiça restaurativa em Tamarana.

NCPMT

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