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Um novo Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) realizado em Tamarana dos dias cinco a nove de novembro apontou incidência de 1,7% de focos do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya no município. O LIRAa anterior, feito em setembro, havia ficado em 0,8%.

A elevação de 0,9% entre um levantamento e outro fez com que a cidade passasse de uma situação de baixo para médio risco de infestação pelo vetor. "Se a gente for analisar o histórico do município, costuma existir aumento [no LIRAa] nesse período do ano por causa das chuvas", explicou o coordenador municipal de Combate a Endemias, Guilherme Garcia.

A equipe responsável pelo LIRAa vistoriou 240 imóveis da zona urbana e foram encontrados focos em quatro deles – todos localizados na região central. "É uma área em que a doença pode se espalhar mais rápido, porque há muita circulação de pessoas", alertou Garcia. Além disso, segundo o coordenador, a ocorrência do Aedes aegypti nesses locais poderia ser facilmente evitada. "Os criadouros foram encontrados em pontos fáceis de remover. Só depende da boa vontade do responsável pelo imóvel".

Os números do LIRAa foram apresentados na manhã desta terça-feira (20), durante reunião na Secretaria municipal de Agricultura que teve a participação de representantes das secretarias de Agricultura; Educação; Meio Ambiente e Recursos Hídricos; Obras e Saúde; da Câmara de Vereadores e lideranças comunitárias e religiosas. O próximo levantamento está previsto para as primeiras semanas de janeiro de 2019.

Animais de rua

O encontro entre membros do poder público local e da sociedade civil também teve como pauta a questão dos cães e gatos em situação de abandono pelas ruas de Tamarana. De acordo com o vereador Hector Siena, quase 1.000 animais do município se encontram nessa condição. A reunião divulgou projetos que, através de parceria entre a prefeitura, o parlamentar e demais defensores da causa, estão previstos para ser colocados em prática em 2019.

Entre as ações, está a castração de cadelas e gatas. Os animais inicialmente atendidos devem ser aqueles recolhidos por cuidadores e os que pertencem a moradores de bairros carentes da cidade. "O problema do abandono dos animais de rua já vem se arrastando há mais de 20 anos, desde quando Tamarana se tornou município. A castração é uma ação importante para ajudar a resolver isso, mas a gente também pretende trabalhar com ações educativas nas escolas", contou Guilherme Garcia.

Mais informações sobre o LIRAa e os projetos a respeito dos animais abandonados podem ser obtidas com o coordenador municipal de Combate a Endemias, Guilherme Garcia (3398-1982). Já o vereador Hector Siena (9 9659-2020) pode fornecer detalhes sobre as iniciativas que envolvem os cães e gatos abandonados de Tamarana.

Lucas Marcondes Araújo/Ascom

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