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Creas de Tamarana informa canais para denúncias de violência doméstica

Atento às realidades que, diante da pandemia da Covid-19, muitas famílias tamaranenses têm enfrentado, o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) vem reforçando o alerta sobre os canais pelos quais a população pode denunciar de forma anônima casos de violência doméstica contra a mulher.

A ação mais recente ocorreu na última semana, quando o assistente social da unidade, Carlos Eduardo Ramos, e a servidora Greice Leandra Lopes, da Secretaria municipal de Assistência Social, distribuíram informativos em 16 pontos da cidade, entre estabelecimentos comerciais e órgãos públicos.

"Com a pandemia [da Covid-19], pode haver muitas mulheres que, se estiverem em situação de risco, vão ter dificuldade para sair de casa. [...] Ao colocar panfletos em salões de beleza, mercados, bancos, Correios, lotérica, a gente está tentando sensibilizar a comunidade para que ela ajude a identificar esses casos", explicou o assistente social do Creas.

De acordo com Ramos, há meses em que o Creas recebe até cinco novos casos de violência doméstica em Tamarana. "Se a comunidade ajudar a gente, fica bem mais fácil de o serviço chegar para atender [as vítimas]", observou. Ainda conforme o assistente social, é fundamental que a informação transmitida ao órgão tenha detalhes importantes – entre eles, o endereço exato da vítima.

O telefone para denúncias ao Creas é o 3398-1930. O anonimato de quem denuncia é garantido. A unidade ainda atende crianças, adolescentes, jovens infratores, idosos, pessoas com deficiência e população em situação de rua. O Centro de Referência Especializado de Assistência Social fica na Rua Evaristo Camargo, 1.206-B, Centro (nas proximidades do Centro Social Urbano) e funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h.

Os cidadãos também podem acionar as forças de segurança pública pelos telefones 190 (que é o canal da Polícia Militar para emergências) e 180 (número nacional para denúncias de violência contra a mulher).

Lucas Marcondes Araújo/Asimp

#JornalUnião

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