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A campanha "Prime Solidário: o amor tá on" arrecada fórmulas infantis, produtos de higiene e perecíveis para ajudar a entidade que atende 40 crianças e adolescentes em Londrina

O curso Prime realiza até o dia 10 de outubro a campanha “Prime Solidário: o amor tá on”, em prol do Nuselon em Londrina. A  entidade filantrópica atende 40 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade e risco pessoal e social e, no momento, está precisando de leite Nan Confort 1, Aptamil 2, lenços umedecidos e máscaras descartáveis, além de produtos perecíveis como trigo para quibe, fermento biológico e catchup.

Os produtos para a campanha devem ser entregues na sede do curso Prime (Av. Ayrton Senna da Silva, 200, sala 9). Além da campanha pública, os estudantes do cursinho serão incentivados a doar brinquedos para presentear a todos no Dia das Crianças. No dia 11 de outubro, as crianças participarão de uma sessão de cinema no shopping Aurora. Após, vão assistir um show de mágicas e farão um lanche no próprio shopping.

Queda nas doações

Com a pandemia, as campanhas em prol da entidade diminuíram. Regiele Dias Carminhola, captadora de recursos do Nuselon, afirmou que iniciativas como a do Prime são muito bem-vindas até mesmo para incentivar novas ações solidárias. “As promoções eram o carro-chefe das nossas captações de recursos, mas tivemos que nos reinventar”, conta. A instituição desenvolveu até mesmo um sistema de drive thru para continuar as promoções.

O contexto pandêmico também elevou o preço dos alimentos, combustíveis e energia elétrica, o que exige mais recursos para garantir o atendimento das crianças e adolescentes que vivem na instituição.

Entrega dos presentes

Na véspera do Dia das Crianças, a equipe do Prime acompanhará as crianças e responsáveis à sessão de cinema, mas os presentes doados pelos alunos serão entregues na instituição, após passarem por higienização.

Márcio Barbieri, diretor do Prime, destacou que a campanha tem o objetivo de colaborar com a entidade e também reforçar o conceito de humanização entre os alunos do cursinho. “A maioria dos nossos estudantes quer estudar medicina e consideramos que precisam estar conscientes sobre a realidade e a importância do atendimento humanizado”, explica.

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