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Chega às plataformas digitais o mais aguardado lançamento do cantor, compositor e violonista paranaense Alisson Camargo. Produzido em meio à pandemia e disponível também em formato físico, o EP ‘Amores, Cores e Flores’ reúne seis composições e uma faixa bônus (a versão em inglês da música-título).

Suas músicas trazem uma leveza cada vez mais necessária nos dias atuais, seja falando de amor, de situações do cotidiano, de diversidade ou de reflexões sobre a existência. Uma pitada de bom humor dá o toque final, convidando o público a relaxar e se divertir ouvindo as músicas ‘O Esquecido’, ‘Amores, Cores e Flores’, ‘Dia Ruim’, ‘Bart Aqui’, ‘Pé de Amora’, ‘A Valsa’ e ‘Loves, Colors and Flowers’.

“Quero que, de alguma maneira, a mensagem que minha música carrega agregue algo positivo na vida de cada um que a ouvir. Que emocione, que faça rir, que represente algo”, destaca o compositor. Para ele, a música tem uma função social e precisa ter uma mensagem útil. “Ela não é somente entretenimento, é a trilha sonora da nossa vida”, complementa.

Alisson acredita também no poder das conexões artísticas e, por isso, recebeu 12 músicos convidados para a produção do material. Além disso, cada canção tem uma arte própria, criada especialmente por seis artistas visuais. O EP foi gravado ao longo de 2020 no Estúdio Jardim Piralinda, com co-produção de Luiz Vinicius, e masterizado e mixado no Tarcísio Marenda Studios, ambos em Ponta Grossa/PR.

Ouça aqui: https://youtu.be/aF7uBwVFymU (ficha técnica na descrição)

O Esquecido: foi a primeira música do disco a ser composta, em 2018, mas não ficou esquecida por muito tempo. Para onde vão os sonhos quando paro de sonhar? A música traz uma reflexão sobre todas as memórias que deixamos para trás. “Ela foi feita a partir de uma matéria que eu li sobre supermemória, as pessoas que não conseguem esquecer. Afinal, nós somos aquilo que esquecemos também, nossas lembranças determinam nosso caminho. Para onde vão os discos que ninguém quer escutar?”

Amores, Cores e Flores: diferente de ‘O Esquecido’, a música que dá nome ao EP nos traz uma mensagem sobre diversidade. Uma canção alegre e uma conversa leve sobre igualdade e a luta por um mundo melhor. “A música é esse amor livre que eu falo na letra, essa alegria de amar e viver, independente do gênero. Azul ou rosa? Tanto faz”.

Dia Ruim: Falando em memórias e amores, essa terceira faixa versa sobre um novo começo para os dias ruins. “Essa música é a que possui maior carga emotiva do EP. Eu havia passado por alguns momentos difíceis na vida: primeiramente a perda do meu pai, depois eu perdi um grande companheiro, que era meu cachorro, e, durante o processo de produção, quando a música já estava em estúdio, eu acabei perdendo um querido amigo. Ela sofreu uma ressignificação total para mim e, como estava ainda neste processo, eu decidi homenagear este amigo e consegui colocar um áudio dele na canção.”

Bart Aqui: “A paternidade muda completamente a cabeça, a maneira de pensar, te inspira como artista. Quando minha mulher soube que estava grávida eu comecei a compor esta música. Tinha inclusive algumas frases diferentes na letra, e depois quando ele nasceu, a gente descobriu de fato a cor dos olhos, com quem parecia, aquelas curiosidades que vêm com esse amor gigantesco”.

Pé de Amora: Alisson se reconhece como uma pessoa marcada pelo humor, que ele leva para suas composições. “Apesar dessa música ter uma história engraçada, o contexto não é tão cômico. Um senhor que vinha fazer a limpeza aqui em casa sempre cortava meu pé de amora, e toda vez eu o avisava que tinha um valor sentimental, pois estava tentando deixar ele crescer. Mas no outro mês ele vinha e cortava novamente, e a gente sempre ria dessa situação. Porém, esse senhor veio a falecer de forma prematura, então eu quis homenagear ele com essa música, mas não queria que fosse algo tão pesado, porque nossa amizade era engraçada, em torno do pé de amora”.

A Valsa: “A valsa também é uma dessas músicas com meu lado cômico, das coisas engraçadas que acontecem com a gente. Então a história é verdadeira, aconteceu comigo em um casamento, logo no começo da minha carreira em 2007, quando comecei a fazer eventos. Mas claro que, para saber o que acontece, você precisa ouvir a música.”

Alisson Camargo

Com mais de 15 anos de carreira, Alisson é a grande representação do folk rock na região dos Campos Gerais do Paraná. O músico, já bem conhecido pelos palcos de bares e eventos, inicia agora uma nova fase em sua trajetória artística, com foco nas composições próprias. Em seu trabalho autoral pulsam referências como Johnny Cash, John Lennon, Bob Dylan, Roberto e Erasmo Carlos, Mauricio Pereira, Raul Seixas, Nando Reis e Zeca Baleiro, entre outras. Alisson coleciona participações em eventos reconhecidos no Paraná, como o Festival Universitário da Canção (FUC), Sexta às Seis, Festival Talentos RPC e Festival SESC de Bandas de Garagem. Além disso, já tocou com nomes como Wander Wildner e Beto Bruno (Cachorro Grande) e abriu shows de Guilherme Arantes e Biquini Cavadão.

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