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Projeto é guiado por uma narrativa pop, de swing alagoano, marcada principalmente pelo reggaeton, carimbó, samba, R&B. funaná e coco de roda

LLARI lança seu primeiro disco solo, autointitulado, em todas as plataformas digitais. Composto por 5 faixas, projeto chega embalado pelos tons solares, dançantes e plurais, já característicos da artista alagoana. “Música é luz em acorde. Swing. Melodia. Acima de tudo, um sentimento vitalício de entusiasmo, esperança e alegria. É sobre isso que eu reflito, danço e canto”.

Com produção de Donatinho, filho de João Donato, o projeto reverencia a música negra e é guiado, do começo ao fim, por uma narrativa pop marcada pelo reggaeton, carimbó, samba, R&B, funaná e mais.  “Minhas influências são Djavan, Mayra Andrade, Luedji Luna, Gal Costa, Maria Bethânia e, sobretudo, os ritmos folclóricos da minha terra. De alguma forma, tudo isso está no meu álbum”.

Estão, entre as tracks desse registro, composições, parcerias e participações especiais de artistas como Manoel Cordeiro e Natália Matos, do Pará, Hélio Ramalho, do Cabo Verde, Davi Moraes, do Rio de Janeiro, Wado, Alvinho Cabral, Junior Bragazion e Pedro Soares, todos conterrâneos da cantora, além do próprio carioca Donatinho.

Divulgado em todas as plataformas digitais, inclusive com alguns videoclipes já disponibilizados no YouTube, LLARI é sensualidade, festa, movimento, suor, provocação, troca, empatia, amor, corpos e histórias que se encontram e celebram seus rituais.

LLARI

Acompanhando o pai nas performances familiares com voz e violão, LLARI canta desde pequena, participando de seu primeiro festival, pela escola de música Sol Maior, aos 11 anos de idade. Essa, por sinal, foi sua primeira vivência nos palcos, lhe rendendo o prêmio de melhor intérprete, com o 4º lugar na classificação geral. Nessa mesma época, gravou um CD intitulado ‘O Sonho Não tem Fim’.

Mais tarde, já com 18 anos de idade, foi convidada para integrar a Orquestra Higth Society.

Em 2018, circulou com o “Projeto Coesa”, onde apresentava um repertório de clássicos do r&b, bossa nova e versões bem pessoais de sucessos como "Stayin' Alive" do Bee Gees e "Ain't no Sunshine” do Bill Withers, alcançando notoriedade e se tornando sucesso de público e crítica.

Um ano depois, munida de um repertório mais contemporâneo e de sonoridade inspirada em ritmos nordestinos, Llari lançou o show "Odisseia", com músicas autorais e versões de artistas como Céu, Mahmundi e Mayra Andrade.

Ainda em 2019, divulgou o single “Flores no Jardim”. Em 2020, a alagoana iniciou uma série de ações que antecederam seu disco de estreia, LLARI.

Dedica-se, atualmente, aos desdobramentos desse projeto.

Ouça aqui: https://youtu.be/SCY4UzBk0nE

Surabhi Dasa/Asimp

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