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​​​​​​​Trabalho da Cia. Dança Eficiente gera inserção social por meio da dança

Estreia nesta quarta-feira, dia 25 de agosto, às 20h, a montagem Plenitude, de Teresina (PI), no Festival Funarte Acessibilidança. A obra da Cia. Dança Eficiente levanta o debate em torno da estética da dança e permite que dançarinos com deficiências desenvolvam e exponham seus potenciais artísticos. O trabalho experimenta e ocasiona mudanças na noção de corpo por meio da dança contemporânea, questionando hierarquias entre corpos que podem e que não podem dançar.

O público pode conferir a exibição de Plenitude, gratuita e com audiodescrição e Libras, no canal da Funarte no YouTube. O espetáculo é um dos 25 projetos que estão sendo apresentados pelo Festival Funarte Acessibilidança, de junho a outubro deste ano. Todas as montagens já lançadas ficam disponíveis em:  bit.ly/FunarteYouTubeFestivalAcessibiliDanca.

Para a companhia, a dança contemporânea é um importante meio de comunicação e inclusão social. O grupo explica que a pesquisa realizada é pautada justamente nas diferenças, na relação de diferentes corpos com o todo social.

Nesta terceira etapa, o Festival Funarte Acessibilidança apresenta sete espetáculos da Região Nordeste. Estado de Apneia, do Rio Grande do Norte; Ensaio sobre o Silêncio, de Pernambuco; Maré – Versão virtual e acessível, também do Rio Grande do Norte; e Rio sem Margem, da Bahia, já estão na plataforma de vídeos. A agenda continua no dia 1º de setembro, com a montagem Ah, se eu fosse Marilyn!, da Bahia; e Proibindo Elefantes, do Rio Grande do Norte, no dia 8. O festival teve início em junho, com grupos da Região Norte. No mês de julho, foi a vez da Região Sul mostrar os seus talentos.

Cia. Dança Eficiente

O projeto Dança Eficiente, da Organização Ponto de Equilíbrio, tem o objetivo de promover, às pessoas com deficiências, a oportunidade de revelar suas potencialidades artísticas e profissionais por meio da arte/dança. O grupo trabalha com a perspectiva de buscar novos talentos e promover a inclusão deles como agentes de construção e produção social/cultural, além de motivar a criação de novas formas de pesquisa, a multiplicação de experiências e a valorização do trabalho artístico. A companhia também promove palestras, apresentações e debates para o público em geral.

O Festival Funarte Acessibilidança

O Festival Funarte Acessibilidança, em estreia na instituição, foi criado a partir das ações do Prêmio Festival Funarte Acessibilidança Virtual 2020. No concurso público, foram premiados 25 projetos de vídeos de espetáculos, que promovem o acesso de todas as pessoas à arte.

Com a iniciativa, a Funarte busca realizar novas ações a partir do uso das mais recentes tecnologias, estendendo, desse modo, um novo modelo para todo o Brasil. Assim, a Fundação reforça seu compromisso de promover e incentivar a produção, a prática, o desenvolvimento e a difusão das artes no país; e de atuar para que a população possa cada vez mais usufruir das manifestações artísticas. Criada em 1975, a Funarte segue, portanto, empenhada em acompanhar as transformações no cenário artístico e social.

O coordenador de Dança da entidade, Fabiano Carneiro, destaca a importância de se levar essa linguagem artística à população, durante o período de distanciamento social. “Estamos estreando o Festival Funarte Acessibilidança, um projeto inédito com foco na acessibilidade e na inclusão. Ao longo dos próximos meses, serão apresentados espetáculos de dança das cinco regiões do Brasil, plenamente acessíveis ao público, contemplando uma enorme diversidade na sua programação”, explica o coordenador.

O festival foi lançado no dia 16 de junho, com Lua de Mel, da Cia. Lamira Artes Cênicas (Tocantins). Na semana seguinte, foi exibido Maculelê: Reconstruindo o Quilombo, do Grupo de Dança Reconstruindo o Quilombo (Rondônia). Solatium encerrou a agenda das companhias da Região Norte. A segunda fase teve montagens premiadas da Região Sul. Flamenco Imaginário, da Cia. Del Puerto (Rio Grande do Sul), deu início à programação. Em seguida, Convite ao Olhar, da Cia. de Dança Lápis de Seda (Santa Catarina), foi disponibilizado. Do Avesso, do Grupo Nó Movimento em Rede (Paraná), fechou a temporada da região.

A terceira fase divulga os trabalhos da Região Nordeste. A estreia foi com Estado de Apneia, do Grupo Movidos Dança Contemporânea, do Rio Grande do Norte. Depois, foi a vez da montagem Ensaio sobre o Silêncio, de Pernambuco; de Maré - Versão virtual e acessível, do Rio Grande do Norte; e de Rio sem Margem, da Bahia. Segue agora com Plenitude, do Piauí, no dia 25 de agosto. A programação continua com a montagem Ah, se eu fosse Marilyn!, da Bahia, que será publicada no dia 1º; e Proibindo Elefantes, do Rio Grande do Norte, no dia 8, encerrando a etapa Nordeste do evento.

Os projetos contemplados nas demais regiões do País serão exibidos em seguida, até outubro, por meio do canal da Funarte no YouTube (bit.ly/FunarteYouTubeFestivalAcessibiliDanca). No decorrer das apresentações, o coordenador de Dança da Fundação, Fabiano Carneiro, participará de uma “live” com diretores e artistas de dança, além de convidados.

Acesso gratuito, no canal: bit.ly/FunarteYouTubeFestivalAcessibiliDanca

Ascom/Funarte

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