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A exposição on-line multissensorial “Londrina Sonora”, que nos leva a um passeio virtual através de composições musicais e fotografias tiradas da cidade no início de sua colonização, de 1930 até 1939, está chegando ao fim. O público tem até o dia 31 de maio para curtir os registros raros daquele período, de extrema importância histórica, através do site: www.londrinasonora.com .

Ao todo foram selecionadas 30 fotografias antológicas de vários autores como George Craig Smith, Hans Kopp, Carlos Stenders, José Juliani, Theodor Preising e Margarida Kraemer, entre outros. Elas revelam o cotidiano das famílias pioneiras, as casas, a colheita e o início da colonização. Cada imagem é acompanhada por uma composição exclusiva, feita pelos músicos Erisla Pastore e Daniel Simitan, usando a técnica de reprodução de sons binaurais, o famoso som 3D.

O projeto "Londrina Sonora" conta com o patrocínio do Programa Municipal de Incentivo à Cultura (PROMIC) e apoio do Museu Histórico de Londrina.

Resgate da identidade

Quando o assunto é a história de Londrina, logo vem a mente a imagem dos colonizadores ingleses derrubando a mata, abrindo picadas e o loteamento feito pela Companhia de Terras Norte do Paraná. A exposição também procura ressignificar a história contada a partir desse ponto de vista, trazendo novas perspectivas.

Erisla Pastore

Erisla Pastore é compositora, arranjadora e violinista. Formada em Música pela Universidade Estadual de Londrina, foi integrante da Orquestra Jovem da UEL e atualmente é colaboradora na BRAVI Academia de Música. Participou da gravação do CD Bichos, Cores e outros amores (2013), e desde 2011 é Assessora Artística do Festival Internacional de Música de Londrina. Compôs trilhas para teatro e cinema.

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