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A Circulação do ECOH traz nos dias 20, 22 e 24 de setembro a oficina Mergulho na história: Linhas, agulhas e teares, com Ana Luísa Lacombe.  Voltada para terapeutas, psicólogos, estudiosos dos contos, contadores de histórias, professores e todos interessados, a oficina já está com as inscrições abertas pela plataforma sympla (https://www.sympla.com.br/oficina-mergulho-na-historia-linhas-agulhas-e-teares-com-ana-luisa-lacombe---ecoh-circulacao__1329477), valor R$ 20,00.

A oficina aborda a importância das histórias no nosso entendimento de mundo, os gêneros literários suas características e simbolismos, formação de repertório, como preparar uma história e os recursos pessoais que podemos usar e aprimorar para tornar a narração mais atraente e dinâmica. Serão trabalhadas as histórias O Quadro de Pano, Penélope, Os 12 Cisnes e um conjunto de narrativas sobre tecelagem.

Ana Luiza Lacombe:

Atriz, contadora de histórias, figurinista, escritora, graduada em licenciatura em Artes Visuais. Desde 2002 pesquisa e atua com narração de histórias associando-a ao teatro. Em 2003 fundou a Cia Faz e Conta com a qual ganhou vários prêmios: “Fábulas de Esopo”, “Lendas da Natureza – Mitos indígenas brasileiros”, “O Conto do Reino Distante”, “As Três Penas do Rabo do Grifo”, “A Cartomante” e “1001 Noites – Budur e Camaralzaman, dentre eles: Cinco Prêmios APCA, um Prêmio Femsa e um Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem de Melhor Atriz. Foi curadora do projeto “Sipurim – Hora da História” do Centro da Cultura Judaica. Professora desde 2008 do Curso de formação de Contadores de Histórias da Biblioteca Hans Christian Andersen e na pós- graduação “A Arte de Contar Histórias” da Facon n’A Casa Tombada e de licenciatura em música da Faculdade Cantareira. Criadora da série de cursos on-line “Mergulho na História” onde desvela simbologias e reflexões provocadas por contos tradicionais. Autora de “Quanta História Numa - Relato das Experiências de Uma Contadora de Histórias”, “A Árvore de Tamoromu” ganhador do Prêmio de Melhor Reconto pela FNLIJ, dentre outras publicações.

Erika Pelegrino/Asimp

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