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A Circulação do ECOH traz a oficina "Mergulho na História: Linhas, agulhas e teares", com Ana Luísa Lacombe, nos dias 20, 22, e 24 de setembro, sempre às 19 horas. As inscrições têm um custo simbólico de R$ 20,00 e devem ser feitas pela sympla: https://www.sympla.com.br/oficina-mergulho-na-historia.

A cada encontro, Ana Luísa Lacombe convida os participantes a mergulharem em contos de diferentes culturas e descobrir o que podem tecer com eles. Penélope, O Quadro de Pano (conto tibetano), Os 12 Cisnes. Nas oficinas, erão abordados a importância das histórias no entendimento de mundo de cada um, os gêneros literários, suas características e simbolismos, formação de repertório, como preparar uma história e os recursos pessoais que podem ser usados para tornar a narração mais atraente e dinâmica.

 “Eu trago esta metáfora das linhas, agulhas e teares para essa tecelagem sobre a vida, cada um tecendo a sua existência.  Em cada uma das histórias, o tear, o tecer têm uma simbologia diferente. Em Penélope, o tecer durante o dia e o desmanchar à noite, como forma de controlar o tempo, remete ao ciclo da vida, ao aspecto cíclico que o feminino tem. Em O quadro de pano, o simbolismo presente é o tecer a possibilidade de sonho, investir para que eles se realizem.  Já no último conto, Os 12 Cisnes, é o tecer para transmutar, ressignificar, resgatar o que foi perdido, que eram os irmãos que talvez sejam a parte instintiva desta menina, o seu animus”, afirma Ana Luísa Lacombe.

BIO

Ana Luísa Lacombe

Atriz, contadora de histórias, figurinista, escritora, graduada em licenciatura em Artes Visuais. Desde 2002 pesquisa e atua com narração de histórias associando-a ao teatro. Em 2003 fundou a Cia Faz e Conta com a qual ganhou vários prêmios: “Fábulas de Esopo”, “Lendas da Natureza – Mitos indígenas brasileiros”, “O Conto do Reino Distante”, “As Três Penas do Rabo do Grifo”, “A Cartomante” e “1001 Noites – Budur e Camaralzaman, dentre eles: Cinco Prêmios APCA, um Prêmio Femsa e um Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem de Melhor Atriz. Foi curadora do projeto “Sipurim – Hora da História” do Centro da Cultura Judaica. Professora desde 2008 do Curso de formação de Contadores de Histórias da Biblioteca Hans Christian Andersen e na pós-graduação “A Arte de Contar Histórias” da Facon n’A Casa Tombada e de licenciatura em música da Faculdade Cantareira. Criadora da série de cursos on-line “Mergulho na História”, onde desvela simbologias e reflexões provocadas por contos tradicionais. Autora de “Quanta História Numa - Relato das Experiências de Uma Contadora de Histórias”, “A Árvore de Tamoromu” ganhador do Prêmio de Melhor Reconto pela FNLIJ, dentre outras publicações.

Erika Pelegrino/Asimp

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