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Quinta-feira é dia de jazz cigano com o Londrina Hot Club, que esquenta ainda mais o happy hour no Mercadão da Prochet.

É o evento “Quintas Ciganas”, realizado semanalmente, das 19h às 22h.

No repertório, além de canções tradicionais do gypsy jazz, a banda traz interpretações de clássicos do jazz, samba, bossa nova e outros estilos musicais, mas com a roupagem do manouche.

Como o show é na praça de alimentação do Mercadão, não há cobrança de ingressos.

O Londrina Hot Club é formado por: Mariana Franco Estigarribia no contrabaixo acústico, Christian Laredo (violão solo), Martins Fernandes (violão base), Zé do Sax (saxofone), Daniel Loureiro (guitarra) e João Yamamoto (voz e improvisos vocais).

Esta é a formação fixa do sexteto, que às vezes se apresenta completa ou com menos integrantes. Em outros momentos o grupo recebe participações de outros músicos parceiros, como o baixista Vinicius Lisboa, o baterista Ivanovich Pedro ou o acordeonista João Sales.

Uma versatilidade que faz com que as apresentações do Londrina Hot Club sejam singulares e nada repetitivas. Soma-se a isso ainda o fato do grupo fazer questão de dizer que os músicos londrinenses são bem vindos às Quintas Ciganas para “dar canja” e participar de jams sessions.

Sobre o jazz cigano

O Gypsy Jazz é um estilo musical de origem francesa, por isso também o nome Manouche. A gênese do jazz cigano data da década de 1930, das mãos do guitarrista Django Reindhart.

Django participava da cena musical nos clubes de jazz de Paris e foi o primeiro a fazer uma espécie de caminho reverso do som criado em New Orleans, ao influenciar músicos norte-americanos do jazz.

Além da mistura de elementos da tradição e cultura cigana ao swing da música da época, uma lesão na mão esquerda do guitarrista fez toda a diferença na criação do jazz manouche. Após um incêndio, Reindhart perdeu a sensibilidade dos dedos anelar e mínimo, o que limitava o pressionamento das cordas e deu origem à pegada tradicional desse estilo musical.

João Fortes/Asimp

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