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A Secretaria de Estado da Cultura lançou nesta quarta-feira (20) o livro ‘Delícias do Paraná - tradições e sabores da nossa terra’, em um almoço no Museu Oscar Niemeyer. Foram servidas três releituras de pratos preparados pelo chef Flávio Frenkel, responsável pelo MON Café, que estão na publicação.

O secretário de Estado da Cultura, João Luiz Fiani, explica que um dos patrimônios culturais do Paraná mais significativos e de maior riqueza é a culinária. “Este projeto possibilita o contato com a pluralidade da gastronomia paranaense, fruto de uma colonização diversificada. Por meio dele identificamos a mistura de várias culturas, de influências trazidas pelos imigrantes que ajudaram a construir o nosso Estado, somadas aos costumes dos povos que já viviam aqui”.

“Este momento é de extrema alegria. É uma oportunidade que os municípios tiveram de apresentar suas comidas típicas e agora podemos levar este livro para outros estados brasileiros, assim como para fora do Brasil, mostrando a culinária diversificada do Paraná e a miscigenação que temos no Estado”, destacou a secretária da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa.

PUBLICAÇÃO - O livro reúne 81 receitas enviadas por 51 municípios paranaenses com o objetivo de preservar e divulgar a gastronomia do Estado. Para realizar o projeto a Secretaria da Cultura convidou dirigentes culturais de cada um dos 399 municípios do Paraná a enviarem receitas que representassem a identidade cultural da cidade e a culinária local.

A secretaria fez toda a produção da edição, com organização das receitas, produção de fotos, elaboração do design gráfico e revisão. O chef Flávio Frenkel, do MON Café, foi convidado para elaborar a releitura de alguns pratos e escolheu três deles: Quirera (releitura do prato da Lapa), Porqueta (releitura da leitoa mateira de Mamborê) e Gnocchi de abacate (releitura do prato de Arapongas). O livro foi publicado com o selo Biblioteca Paraná, da Biblioteca Pública do Paraná (BPP).

Para o chef Flávio Frenkel, o livro é uma importante ferramenta de documentação da cultura. “A memória tem que ser escrita. A memória falada sempre vai sofrer muitas corruptelas, vai sofrer influências que necessariamente não compõem aquele registro histórico. Então tudo que você documenta, você deixa mais fidedigno”, defendeu.

HOMENAGEM – No evento também foi entregue o diploma Empresa Amiga da Cultura aos representantes do Detran Paraná, Sanepar e Copel, como forma de reconhecimento da importância da parceria dessas empresas para a área cultural.

AEN

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