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Companhia apresenta o espetáculo “Oração pelo fim do mundo” com entrada gratuita neste sábado (16)

Neste fim de semana, o Ballet de Londrina chega a Toledo para apresentar um dos espetáculos de maior sucesso de sua safra recente. Com uma coreografia inventiva e tocando em temas urgentes, “Oração pelo fim do mundo” estará em cartaz no Teatro Municipal (Av. Parigot de Souza, 1889) neste sábado, dia 16 de novembro, às 20 horas, com ingressos gratuitos distribuídos a partir de uma hora antes da apresentação. A classificação indicativa é de 16 anos.

O evento faz parte da turnê que a companhia está realizando por cidades do interior do Paraná, apresentada e com apoio exclusivo da Copel, por meio de projeto aprovado pelo Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (Profice), da Secretaria de Estado da Comunicação Social e Cultura e do Governo do Estado do Paraná. A realização é da Funcart (Fundação Cultura Artística de Londrina) e da Prefeitura Municipal de Londrina, com apoio institucional da Secretaria de Cultura de Toledo.

“O balanço desta turnê tem sido muito positivo, a gente está tendo uma receptividade gigantesca, um público muito bom. Estou curioso para a apresentação em Toledo. Estivemos lá pela última vez por volta de 1997 e tenho certeza que vai ser um reencontro muito bacana com a cidade. Conversamos com o técnico, que ainda é o mesmo, e ele disse que o teatro está super melhorado”, projeta Leonardo Ramos, diretor do Ballet de Londrina.

“Oração pelo fim do mundo” estreou em 2017 e leva para a cena treze bailarinos para abordar um tema atual e atemporal: os conflitos de convivência entre os homens. Desde então, tem circulado por cidades de todo o país, emocionando plateias. Com cenas teatrais associadas à linguagem coreográfica que a companhia desenvolveu ao longo dos seus 26 anos de trajetória, o espetáculo propõe reflexões sobre a intolerância, a violência, o preconceito, o bullying, o ataque às minorias, o ódio pela diferença e o genocídio. A montagem se apresenta como uma súplica de misericórdia e um grito de espanto diante dos horrores praticados pelo homem contra o próprio homem. Em meio à devastação, surgem laivos para pensar a necessidade do diálogo, a urgência da empatia e a reconquista da nossa delicadeza perdida.

Renato Forin Jr./Asimp

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