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O curso será online, gratuito e contará com professores convidados de outras partes do Brasil

A Vila Cultural Canto do MARL abriu inscrições para Módulo 2 do Curso Livre de Teatro de Rua que será realizado de forma gratuita na modalidade a distância entre os dias 28 de julho e 1 de outubro desse ano. O curso é oferecido a todos os públicos, com idade mínima de 16 anos. As inscrições podem ser feitas até o dia 28 de julho em: https://bit.ly/3h5PSBA

O diferencial dessa edição será que agora, as professoras Edna Aguiar e Natalia Viveiros e o professor Rogério Francisco Costa convidam artistas de outras partes do Brasil que desenvolvem pesquisas diversas em teatro de rua para aulas públicas que serão transmitidas ao vivo pelo canal do MARL no YouTube.

Dentre esses convidados estão confirmados Tânia Farias (Tribo de Aturadores Ói Nóis Aqui Traveiz RS), Licko Turle (Prof da UFBA e pesquisador do Teatro do Oprimido de Augusto Boal) e Lygia Veiga (Grande Cia Brasileira de Mystérios e Novidades RJ), dentre outros. A lista completa será divulgada em breve.

Estas aulas serão abertas. Mas, as pessoas inscritas no curso terão acesso exclusivo a aulas internas e desenvolverão as atividades complementares. Os inscritos que obtiverem o mínimo de 75% de participação receberão certificado ao final.

Tanto a Vila Cultural quanto o curso contam com o patrocínio do PROMIC – O programa Municipal de Incentivo à Cultura de Londrina, e o apoio do MARL, o movimento de artistas de rua de Londrina, para a sua realização.

O primeiro módulo do curso ocorreu entre os meses de abril e maio de 2020 e contou com mais de 50 pessoas inscritas. Foram dezenas de encontros virtuais, apresentações de conteúdo teórico e discussões sobre diversos temas relacionados ao teatro de rua no Brasil.

Na mensagem de lançamento do novo módulo, a Vila Cultural Canto do MARL ressalta a importância da presença física para o fazer teatral e lembra do momento difícil de combate a pandemia do covid-19: “Sem dúvida, o teatro depende do fazer no presente. Este modo de fazer artístico depende da relação presencial entre as pessoas, mas, neste momento, não temos a possibilidade de nos encontrarmos em carne, sangue e a porção invisível que faz pulsar a nossa presença. O corpo-vida é a essência do trabalho teatral”.

A mensagem ressalta ainda o uso das ferramentas digitais como forma de resistir e seguir em contato durante esse período: “precisamos contar com as ferramentas digitais para viabilizarmos, de alguma forma, as nossas atividades, compartilhando conteúdos que nos alimentem coletivamente, ainda que virtualmente. Assim, daremos novos significados ao uso da internet, nos mantendo conectadas e nos alimentando de informações que nos ajudem a suprir a solidão e a superar este momento de isolamento para, logo menos, nos encontrarmos em sala de estudo e estabelecermos o sagrado jogo de nos colocarmos em relação a si e ao outro e à outra, e à rua. Que o isolamento nos ajude a nos tornarmos pessoas melhores, sempre, com a arte enquanto farol”.

Asimp/ MARL

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