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a Confederação Nacional do Transporte - CNT  enviou na quarta-feira (6/7) um documento ao presidente interino Michel Temer e aos ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Henrique Meirelles (Fazenda) manifestando  posição contrária a possíveis alterações na cobrança do PIS e da Cofins.

A Confederação não concorda com o fim do regime cumulativo, que incide sobre todas as etapas da produção e tem alíquota total de 3,65% para um regime não cumulativo, no qual a cobrança ocorre acontece uma vez sobre o preço final, com uma alíquota prevista de 9,25%.

Segundo a CNT os custos com mão de obra podem representar mais de 40% do valor do frete.Sendo assim, grande parte das empresas de transporte opta pelo regime cumulativo, uma vez que esse tipo de custo não é deduzido no regime não cumulativo. "A alteração na metodologia da cobrança do PIS e da Cofins significará um  aumento na carga tributária das empresas transportadoras", afirma o presidente da CNT, Clésio Andrade. Para Andrade, a Confederação é sensível ao esforço do governo em simplificar o sistema tributário nacional, proporcionando um ambiente empresarial mais amigável ao empreendedorismo e à iniciativa privada. No entanto, essas alterações não podem acarretar no aumento da já elevada carga tributária paga pelas empresas de transporte." A CNT representa o setor transportador brasileiro, em todos os modais. São 37 federações, 5 sindicatos nacionais e 19 associações nacionais, que reúnem mais de 200 mil empresas de transporte e 1,9 milhão de caminhoneiros e taxistas.

Redação:J.U

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