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Há alguns meses, em contínuos pronunciamentos do plenário do Congresso Nacional, e também em seguidas reuniões com ministros da área econômica, o Deputado Federal Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) vinha advertindo o Governo Federal acerca da gravidade da crise econômica com a alta da inflação e dos preços dos produtos, perda do poder aquisitivo dos consumidores, diminuição do nível de competitividade das empresas, entre outras conseqüências.

Para Hauly, como o Governo Dilma não tomou as medidas necessárias para conter os desajustes da economia, o Brasil passou a enfrentar o lado mais perverso da crise, que segundo ele, é a demissão em massa de trabalhadores, fato lamentável que já está ocorrendo nos mais diversos setores da economia e em todas as regiões do País.

Economista, ex-Secretário da Fazenda do Paraná e então líder do Governo Fernando Henrique Cardoso, Hauly lembra que nos últimos 20 anos, com o lançamento do Plano Real,  o povo brasileiro aprendeu a conviver com a estabilidade da moeda, com inflação baixa e com o crescimento da economia que ajudou na expansão de todos segmentos produtivos, na geração de empregos e no aumento da massa salarial.

Demissões em massa

“É muito triste testemunhar que tudo que foi conquistado neste País nos últimos 20 anos em termos de avanços econômicos e sociais, começa a se desmoronar.  São empresas fechando as portas ou reduzindo a produção, trabalhadores sendo demitidos aos milhares (os que ficam se sentem ameaçados) e até sindicatos negociando redução de benefícios para garantir o emprego de seus filiados. São milhões de brasileiros que deixaram de sonhar e passaram a conviver com a insegurança acerca do futuro”, lamentou o Deputado.

Para Hauly, o sofrimento dos trabalhadores e as perdas das empresas seriam muito menores se a presidente Dilma tivesse tomado medidas preventivas para diminuir o impacto da crise.  “Vivemos a pior das crises, a crise provocada pela falta de gestão e planejamento.  Dilma fez bem ao confiar ao ministro Joaquim Levy o sistema econômico do Governo, mas ela faz mal ao não cortar os excessivos gastos do Governo com 39 ministérios, milhares de apadrinhados políticos e outros tantos gastos desnecessários com a máquina pública”, criticou.

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