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Os indicadores do Sistema de Proteção ao Crédito da ACIL (SPC/ACIL), referentes ao mês de dezembro de 2021, mostram que o número de consumidores que não conseguiram quitar seus débitos e tiveram seu nome inscrito no cadastro de inadimplentes ficou 8,5% maior em relação a dezembro de 2020. Na comparação anual, em 2021 houve um crescimento da inadimplência de 12,9% em relação a 2020.

Embora tenha ocorrido um aumento anual da inadimplência em 2021, o economista Azenil Staviski destaca um aspecto positivo no número de pessoas que conseguiram sair do SPC. A taxa de crescimento foi de 8,1% em dezembro de 2021, em relação a dezembro de 2020. Entretanto, a taxa de crescimento anual das pessoas que conseguiram sair da inadimplência em 2021, quando comparada a 2020, é de 9,8%.

O economista afirma que a comparação entre a taxa anual de permanência no SPC e a taxa anual dos inscritos no sistema e que conseguiram sair da inadimplência nos últimos anos é bastante importante. Na análise dos quatro últimos anos, o melhor desempenho ocorreu em 2020, com a maior taxa dos que conseguiram sair da inadimplência (71%).

"Um fator importante, que contribuiu para a queda da inadimplência no ano de 2020, foi o efeito pandemia, que gerou maior racionalização dos gastos e maior prudência na busca de crédito no mercado. Em 2021, com maior flexibilização das atividades econômicas, o número de consumidores inscritos no SPC aumentou. Quanto maior o nível de atividade econômica, maior o volume de pessoas que buscam crédito. Esse fato pode levar ao aumento da inadimplência se os consumidores não controlarem seus gastos e a capacidade de pagamento dos compromissos financeiros assumidos", destaca Staviski.

Juliana Felis/Asimp

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