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O brasileiro evolui constantemente, mas, de acordo com dados obtidos pela empresa de consultoria americana McKinsey & Company, o destaque deve ser dado para o empreendedor. Além do patrimônio geral do microempreendedor individual (MEI) ter chegado à marca histórica de 10 milhões com somente 10 anos de idade, estamos nos destacando no que tange a startups inovadoras e bem sucedidas.

No início de maio, a consultoria estadunidense exibiu um estudo sobre o desenvolvimento da tecnologia do Brasil. Apresentado no evento Brazil at Silicon Valley, o relatório traz dados que explicam por que o Brasil vem se tornando um dos principais centros de inovação, que provavelmente abrigará muitos outros unicórnios em um futuro próximo.

Fatores de mudança

No mundo dos negócios, unicórnios são as startups com um valor de mercado superior aos oito dígitos: e eles estão cada vez mais comuns em nosso país. Com um governo focado na abertura econômica, é provável que os números cresçam com ainda mais facilidade. Atualmente, o ministério de turismo considera abrir o mercado de apostas no Brasil, que poderá atrair investidores e aumentar os nossos unicórnios. Até lá, quem gosta de palpitar já pode ler uma análise completa do 1xbet Brasil para se divertir online. Políticas de abertura de mercado atraem investidores, ainda mais em momentos de crise.

Além disso, empreendimentos brasileiros vêm se beneficiando principalmente de um fator: o tempo que levam para terem 1 milhão de clientes diminuiu. Isso vem acelerando o crescimento e consequente valorização das startups. Grande parte do crescimento também se deve à injeção de dinheiro que grandes investidores colocaram no país: há investimentos através de fundos de investimento de venture capital, que, em 2019 já representavam 2,4 bilhões de dólares e 0,12% do PIB brasileiro.

Companhias Unicórnio

Até 2019, o Brasil foi casa de 13 companhias unicórnios: iFood, Ebanx, Nubank, PagSeguro, Loft, WildLife, Ascenty, Gympass, Arco, 99, Loggi, QuintoAndar, e Stone. Na Alemanha foram 12 e em Israel, 8.

Segundo o estudo da consultoria McKinsey & Company, o número do Brasil vem crescendo em um intervalo menor de tempo. O Pagseguro foi o nosso primeiro unicórnio, sendo fundado em 2002 e conquistando o título em 2016. Já a 99, Stone, Gympass, Ebanx e QuintoAndar somente levaram 7 anos ou menos para alcançar números bilionários.

Há somente quatro países em nossa frente: Índia, com 23, Reino Unido (24), China (100) e os Estados Unidos, que possuem mais de 200 startups bilionárias.

Os números não mentem

A pesquisa quantitativa da McKinsey entrevistou mais de 50 investidores, empresários e profissionais no campo de regulação de mercado, e envolveu mais de 400 startups em um período de quatro meses. Finalizada em fevereiro de 2020, ela conseguiu indicar o ritmo de crescimento exponencial dos investimentos externos em empresas brasileiras. De acordo com dados obtidos, o Brasil é atualmente tão competitivo quanto Israel.

De todo o capital investido em companhias brasileiras, 40% foi destinado para o segmento financeiro - fintechs como o Nubank e Banco Inter, por exemplo -, com 935 milhões de dólares em 62 rodadas de captação.

Segundo a pesquisa, o cenário também é atrativo para quem quer começar um novo negócio, já que, entre 2010 e 2019, o investimento-anjo (vindo de fontes externas, como grandes investidores) realizado em startups brasileiras teve um aumento de 4 milhões para 112 milhões de dólares.

Perspectiva para o futuro

Devido à crise atual, é provável que o desenvolvimento da economia se atrase um pouco, alterando previsões otimistas da McKinsey & Company.

Por enquanto não conseguimos colocar nenhuma empresa de tecnologia no ranking das dez mais valiosas do mercado nacional, pois as grandes permanecem imutáveis, como Petrobras, Vale, Ambev, Itaú e Bradesco. Porém, desde 2010 o valor de mercado das nossas 10 maiores empresas de tecnologia triplicou, indo de 27 bilhões para 86 bilhões de dólares.

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