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Estudante do Ensino Médio desenvolve atividades de pesquisa sobre a covid-19 

A ciência tem avançado rapidamente para tentar controlar o avanço da covid-19. Tudo indica que logo teremos a vacina mais rápida já desenvolvida na história da humanidade e tudo graças aos pesquisadores e cientistas. 

Incentivar a pesquisa e o conhecimento científico deve começar desde cedo e isso pode ser uma realidade já no Ensino Médio. A estudante Catarina Franco Seco, que está na 2a série do Ensino Médio no Colégio Marista de Londrina, por exemplo, concluiu sua primeira bolsa de iniciação científica em agosto e agora inicia mais um projeto com foco no coronavírus. 

Com a intenção de cursar Medicina, a aluna se identificou com os projetos da área, que a ajudaram a decidir que esse é realmente o caminho que quer seguir. “Eu aprendi muita coisa, pesquisei e conheci pessoas e assuntos que nem imaginava. A iniciação científica realmente me ajudou a confirmar que gosto de Medicina e que a pesquisa é muito interessante”, comenta. 

No último ano, ela investigou sobre a importância da vitamina D na prevenção de doenças e agora vai fazer uma revisão dos principais fatores de risco e tratamentos disponíveis para combater a covid-19. Catarina participa do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica aos estudantes de Ensino Médio (PIBIC Jr) da PUCPR, destinado a estudantes de escolas públicas e privadas. Durante um ano, os alunos selecionados desenvolvem atividades de pesquisa na universidade, sob a orientação de professores qualificados. 

De acordo com o coordenador do Ensino Médio do Colégio Marista de Londrina, Nilson Castilho, a oportunidade de entrar no meio acadêmico é excelente para os alunos do Ensino Médio. “Participar de um projeto de iniciação científica é um ótimo caminho para conhecer a área que se deseja seguir no futuro e também para se familiarizar com os métodos científicos de pesquisa e produção de conhecimento”, explica. 

Durante o período de estudo, os participantes têm a oportunidade de conhecer a Universidade e seus docentes, conviver com estudantes de graduação e pós-graduação stricto sensu e descobrir o que é fazer ciência. O trabalho é acompanhado por um professor supervisor do seu colégio e, ao final do programa, os alunos apresentam seus resultados no SEMIC e na Feira de Ciências da Escola de Ensino Médio. “Não é algo fácil de se fazer, nem simples, mas é muito gostoso e recompensador. Fiquei muito feliz de ter participado e de ter sido convidada novamente”, conclui a estudante.

Elton Telles/Asimp

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