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Educação 23/05/2017  09h27

Educadores participam de capacitação sobre resolução de conflitos

Objetivo é trazer conhecimentos aos docentes para que eles possam aplicar as práticas da Justiça Restaurativa no ambiente escolar

Os professores, diretores e coordenadores pedagógicos da rede municipal de ensino vão participar nesta quarta-feira (24), a partir das 8 horas, de uma capacitação sobre resolução de conflitos no meio escolar. A atividade será no Instituto de Ensino Superior de Londrina (Inesul), localizado na Avenida Duque de Caxias, 1.290.

Ela terá continuidade nos dias 31 de maio, e 07 e 14 de junho, das 8h às 17h30, no mesmo local. Ao todo, os 44 educadores participarão de 32 horas de curso com os Facilitadores da Justiça Restaurativa, da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Segundo a representante da Secretaria de Educação no Comitê de Articulação de Práticas Restaurativas de Londrina, Carla Cordeiro, o objetivo é trazer conhecimentos aos docentes para que eles possam aplicar as práticas da Justiça Restaurativa no ambiente escolar.

“A Secretaria de Educação acredita muito na metodologia e nas práticas trazidas pelo Programa da Justiça Restaurativa. Por isso, nosso objetivo é tornar os educadores aptos a desenvolvê-las nas unidades escolares, incentivando o diálogo e a construção do círculo de cultura de paz para a solução dos conflitos”, explicou Carla.  

Esta será a primeira capacitação pela qual passarão os profissionais da Secretaria de Educação, supervisionados pelo Comitê de Articulação de Práticas Restaurativas. A intenção da pasta é que outros cursos como esse sejam desenvolvidos na rede municipal de ensino. Os professores que participarão do curso se tornarão facilitadores e poderão distribuir o conhecimento em sua sede escolar.

Programa Práticas Restaurativas - O Programa Municipal de Justiça Restaurativa de Londrina foi criado pela Lei n° 12.467/2016 com a intenção de promover a pacificação social e a restauração das relações prejudicadas pelos conflitos ou violências. As partes envolvidas participam de conversas com orientadores que ajudam a abordarem o problema e construírem uma solução consensual. O foco é a transformação das pessoas e não a punição, por isso o infrator recebe uma medida socioeducativa cabível, mas também deve se responsabilizar efetivamente pelo que fez.

O Comitê de Articulação de Práticas Restaurativas é o órgão responsável pelo planejamento do programa municipal. São integrantes do comitê representantes do Conselho Municipal da Cultura de Paz (Compaz), Conselho Municipal da Criança e do Adolescente (CMDCA), Conselho Municipal de Educação (CMEL), secretarias municipais de Assistência Social e Educação, Poder Judiciário e um representante da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil.

N.com

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