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Alguns cursos já estão com matrículas abertas, entre eles o superior de Engenharia de Software

Os novos modelos de negócio, impulsionados pelo uso de novas tecnologias, em um novo conceito de processo produtivo têm afetado o mundo do trabalho. Além de eliminar qualquer desperdício, se faz necessário adaptar, controlar e acompanhar todos os processos de produção em tempo real para atender de maneira muito rápida o desejo de cada cliente.

Esse conceito de indústria inteligente motiva brasileiros a buscar novas ocupações no mercado e também novas profissionalizações na área da indústria. Entre essas opções estão os cursos técnicos e novas escolhas para graduação e pós-graduação.

Segundo dados do Mapa do Trabalho Industrial, elaborado pelo Senai, as principais áreas que vão precisar de formação profissional no Paraná são Construção, Meio Ambiente e Tecnologia da Informação e Comunicação. As instituições do Sistema Fiep (Sesi, Senai e IEL) desenvolvem cursos com o objetivo de suprir essa demanda profissional e está lançando, em Londrina, o curso de graduação em Engenharia de Software, oferecida no Senai.

A cidade é considerada um polo tecnológico nacional, de acordo com o Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel), com um arranjo produtivo local (APL) do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) muito bem estruturado. Além disso, a região conta com empresas de pequeno, médio e grande porte, incluindo multinacionais. E para formar profissionais aptos para essa demanda, as Faculdades da Indústria estão com matrículas abertas para o novo curso.

De acordo com Victor André da Cunha, coordenador do curso de Engenharia de Software,temas como Indústria 4.0 e SmartCities serão abordados, com o objetivo de garantir que os alunos estejam alinhados com o que o mercado precisa.

Outro fator de destaque é a disrupção mercadológica que alguns aplicativos estão causando em setores econômicos da sociedade, como por exemplo, as aplicações usadas pelos clientes do Netflix, Spotify, Uber e Airbnb. “Diversos aplicativos (softwares) são usados com objetivo de executar tarefas de maneira mais ágil e eficaz. Para a produção desses softwares, com custos previstos, qualidade e entrega dentro do prazo, a capacitação de mão de obra específica é necessária”.

Entre alguns diferenciais do curso estão o acesso as aplicações disponibilizadas pelo Microsoft Office 365, possibilidade de desenvolvimento de projetos com foco na Indústria 4.0 e SmartCities, e exposição de projetos em feiras tecnológicas em que o Senai participa. O edital e o link para inscrição no vestibular estão no site www.faculdadesdaindustria.org.br/graduacao.

Matrículas no Paraná

Sesi, Senai e Iel oferecem juntos mais de 8 mil vagas em cidades de todo o Paraná. São mais de 30 cursos técnicos e profissionalizantes disponíveis, entre eles Biotecnologia, Controle Ambiental, Eletrônica, Eletrotécnica, Mecânica, Mecatrônica e Química. Para a gerente de Educação Profissional do Senai, Vanessa Frason, os cursos técnicos preparam os jovens para trabalhar nas diversas áreas tecnológicas da indústria. “É a oportunidade de adquirirem uma formação técnica profissionalizante. Não existe limite de idade para a inscrição, o pré-requisito é a escolaridade, em que o indivíduo precisa estar cursando ou ter concluído o ensino médio”, explica.

Os cursos técnicos são oferecidos na modalidade presencial, com 6 mil vagas disponíveis em 37 unidades de 32 cidades, ou semipresencial, com 930 vagas, oferecidas em sete cursos de 12 unidades, localizadas em nove municípios paranaenses.

As inscrições estão abertas até fevereiro de 2018 e podem ser feitas no site www.senaipr.org.br/cursos-tecnicos.

Nas Faculdades da Indústria são mais de 1.200 vagas em 14 cursos de graduação nas cidades de Curitiba (CIC) (Campus), Telêmaco Borba, Londrina e São José dos Pinhais, e mais de 30 opções de especializações de pós-graduação em cidades como Cascavel, Curitiba, Londrina, Pato Branco e Telêmaco Borba.

O gerente de Operações do Sistema Fiep, Fabricio Lopes, explica que as faculdades têm opções como Engenharia de Software, Tecnologia em Recursos Humanos e Tecnologia em Logística, entre outras. Todas direcionadas para quem quer trabalhar na indústria e entender na teoria e na prática o que o mercado exige. “As Faculdades da Indústria apresentam diferencial de cursos com grade curricular condizente com o que a indústria demanda atualmente. Tudo o que o aluno aprende em sala está relacionado a desafios que enfrentará na realidade das empresas. Além disso, as parcerias internacionais mantidas com universidades estrangeiras podem abrir caminhos para carreiras de sucesso”.

As inscrições para o vestibular das Faculdades da Indústria podem ser feitas até o dia 24 de outubro no link www.faculdadesdaindustria.org.br/vestibular2018.

Já entre as opções de pós-graduação, estão cursos como Gestão Estratégica em Moda, Gerenciamento de Obras, Serviços e Equipamentos de Redes e MBA em Gestão Educacional. O pré-requisito para a inscrição é ter o ensino superior completo. Além disso, o candidato também passa por um processo seletivo, com entrevista e avaliação de currículo. Alguns cursos já estão com inscrições abertas no site www.faculdadesdaindustria.org.br/pos-graduacao.

As matrículas para 2018 estão abertas ainda para o Colégio Sesi, que atualmente é a maior rede privada de Ensino Médio do estado, ofertando educação inovadora nas 55 unidades do Paraná, das quais 5 são internacionais, nas cidades de Curitiba, Ponta Grossa, Maringá, Londrina e Cascavel. Em Londrina, o colégio oferece também Ensino Fundamental. Para a gerente dos Colégios Sesi no Paraná, Lilian Luitz, a metodologia de ensino do Sesi permite que o aluno desenvolva habilidades, priorizando o estudo pela pesquisa, dentro de um contexto e baseado na atualidade. “Um dos nossos diferenciais é que em cada trimestre, oferecemos a possibilidade do aluno escolher um dos temas propostos pelo colégio e dentro disso, elaboramos um planejamento para que ele contextualize o assunto em todas as matérias. Temos como premissa disciplinas integradas, oficinas dentro de temas atuais e turmas interseriadas, ou seja, alunos de séries diferentes na mesma sala”, explica.

Asimp/Sistema FIEP

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