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Jogo virtual ajuda estudantes a aplicarem diferentes habilidades na construção da cidade

As crianças estão imersas em um mundo tecnológico e, cada vez mais, desafiam os processos de ensino tradicionais. Pensando nisso, a professora Ana Paula de Oliveira Regioli Pataro e a analista de Tecnologia Educacional do Colégio Marista Londrina, Alessandra Garcia, elaboraram junto aos estudantes um projeto que reuniu realidade virtual, História e Geografia.

Utilizando o jogo MinecraftEdu, versão educacional do jogo Minecraft, alunos do 2º ano do Ensino Fundamental fizeram uma imersão total nas disciplinas de História e Geografia para reconstruir os principais pontos turísticos e históricos de Londrina. O projeto começou com uma visita pela cidade com o objetivo de conhecer a história de cada local e observar, in loco, algumas atividades econômicas e a relação campo-cidade, para identificar as principais transformações ocorridas. “Durante o passeio, os alunos tiraram fotos dos pontos históricos para trabalhar com a releitura do local como expressão artística, utilizando o game”, explica a professora Ana Paula.

Para registrar o processo, os estudantes reconstruíram os pontos históricos vistos nos estudos de campo, trabalhando a conexão entre História, Geografia, Português, Matemática, Artes e Ensino Religioso. De acordo com a coordenadora dos Anos Iniciais do Colégio Marista de Londrina, Gislaine Garcia Magnabosco, a atividade está alinhada à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que indica o desenvolvimento de competências como a comunicação e culturar digital, por exemplo, bem como uma postura crítica frente a esse uso.

Minecraft é um jogo em que se posicionam blocos para construir cenários e mundos de forma infinita, despertando interesse nas crianças e adolescentes, pois possibilita a autoria e a imaginação.

 “Temos levado nossos alunos a compreender, utilizar e criar, por meio das tecnologias digitais, buscando desenvolver o protagonismo nas produções de materiais e compartilhamento de informações e conteúdos, de forma ética e que possa contribuir com o seu crescimento pessoal, dos seus colegas e da sociedade”, diz Alessandra Garcia.

Luiza Lafuente/Asimp

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