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Premiação é referente à participação em competições e mostra nas áreas de astronomia, astronáutica e robótica; cerimônia on-line será realizada na quinta-feira (25)

Mais uma vez, os alunos da Rede Municipal de Educação de Londrina apresentaram excelente desempenho em olimpíadas científicas nacionais. Por conta disso, serão premiados, com medalhas, 118 estudantes do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG) e Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR). A premiação é relativa às provas realizadas em maio e agosto deste ano.

Para prestigiar os alunos, será realizada uma cerimônia on-line, na qual são convidados a participar alunos, professores, gestores e familiares. A solenidade contará com a participação da secretária municipal de Educação, Maria Tereza Paschoal de Moraes, e dos bonecos Vidinha e Kiko, do Programa Vida, iniciativa que trabalha com a inteligência emocional e inclusão nas escolas.

A cerimônia será em formato virtual devido à pandemia de Covid-19 e acontecerá na quinta-feira (25), às 14h, pelo YouTube. Clique aqui para acessar o link. Após a cerimônia, as famílias ou as escolas vão fazer a entrega das medalhas e encaminhar fotos dos alunos medalhistas, para serem divulgadas nos perfis de Instagram e Facebook da Secretaria Municipal de Educação (SME).

A secretária Maria Tereza Paschoal de Moraes parabenizou os alunos e destacou o empenho dos estudantes e esforço das equipes gestora e docente em incentivar e preparar os participantes. Segundo ela, 566 alunos da rede já foram premiados nas olimpíadas da OBA e MOBFOG desde 2013. “Tenho muito orgulho do trabalho feito nas escolas e, certamente, estes alunos são destaques e terão muito sucesso em um futuro próximo”, afirmou.

Dos 118 alunos premiados, 32 são de Altas Habilidades, dos quais 28 estão sendo premiados na MOBFOG, 18 na OBA e quatro na OBR. De acordo com a professora dos alunos com altas habilidades da rede municipal, Fabiane Chueire, na Mostra Brasileira de Foguetes, por exemplo, os estudantes construíram seus próprios foguetes, com materiais como garrafa PET, cartolina, canudinhos, fita crepe, cola e papel alumínio, e o lançador, com o objetivo de lançá-los o mais longe possível. Os alunos concorreram com estudantes do Brasil inteiro.

O aluno Henrique Bovo, de 7 anos, que será premiado com a medalha de ouro na Mostra Brasileira de Foguetes, é o aluno mais novo de Altas Habilidades da rede municipal. Ele se disse muito satisfeito em ter participado da iniciativa. “Eu gostei muito de participar da MOBFOG porque eu tive uma experiência de como um foguete feito por mim pode voar tão longe”, ressaltou.

Atualmente, a rede conta com 35 alunos de Altas Habilidades, os quais são atendidos na Sala de Recursos para Altas Habilidades/Superdotação da rede, no contraturno, de uma a duas vezes por semana. O trabalho iniciou há quatro anos, na gestão do prefeito Marcelo Belinati, com foco em atender as necessidades de crianças com potencial latente e estimular o pensamento criativo, fortalecer a área de talento e propor novos desafios para os mesmos.

Aline Diene de Jesus Pereira, mãe da estudante Alice de Jesus Pereira, de 10 anos, que receberá medalha de bronze na MOBFOG, acompanhou todo o trabalho da sua filha na mostra, aluna também atendida na Sala de Recursos para Altas Habilidades/Superdotação. Para ela, ações como esta são instrumento de desenvolvimento. “Acredito que as olimpíadas são um importante instrumento de incentivo para nossas crianças buscarem cada vez mais o conhecimento”, apontou.

A Escola Municipal Joaquim Pereira Mendes foi a que mais contabilizou prêmios na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica, com 19 alunos premiados. A diretora da unidade, Valdirene Maria de Oliveira Guiraldelli, destacou o engajamento da escola, alunos e familiares na olimpíada. “Neste ano, todos os alunos do 3º ano participaram, houve incentivo da escola para que eles participassem do projeto e também o comprometimento dos professores em trabalhar os conteúdos de forma integrada, direcionando-os para o assunto do projeto. Além disso, neste período de pandemia, as famílias também foram importantes, pois ajudaram e orientaram os alunos nas atividades remotas”, contou.

NCPML

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