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Novo decreto prorrogou a suspensão até 16 de maio; aulas e atividades continuam sendo realizadas em sistema remoto, bem como os atendimentos pedagógicos com até três estudantes por sala

Na sexta-feira (30), o prefeito Marcelo Belinati assinou o Decreto Municipal nº 500/2021, que estende, até o dia 16 de maio de 2021, o período de suspensão das aulas presenciais na rede municipal de ensino. Conforme o decreto, fica estabelecida a continuidade das aulas e atividades regulares apenas de forma virtual. Também permanece autorizado o atendimento pedagógico com, no máximo, três estudantes por sala, seguindo todos os protocolos aprovados pela Secretaria Municipal de Saúde, pensando na proteção integral das crianças e adolescentes. O decreto pode ser acessado na edição nº 4.337 do Jornal Oficial do Município, pelo portal www.londrina.pr.gov.br.

A prorrogação da suspensão do ensino presencial é válida para todas as unidades escolares de Londrina, abrangendo 88 escolas municipais e 35 Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs), além dos 56 Centros de Educação Infantil (CEIs) filantrópicos conveniados ao Município.

As demais escolas e instituições de ensino, públicas e privadas, deverão seguir o regramento instituído pelo governo do Paraná, por meio de decreto estadual.

Segundo o prefeito Marcelo Belinati, a Prefeitura continuará avaliando a situação da pandemia, dia após dia, levando em conta todos os fatores que possam influenciar na proporção de circulação da Covid-19. “O público ligado ao ensino público municipal é muito grande, são cerca de 60 mil pessoas, no mínimo, entre alunos, professores e outros profissionais, fora todas as famílias. As aulas presenciais levariam a uma movimentação alta na cidade, impactando no aumento da propagação do vírus. Por isso, temos muita cautela e vamos seguir monitorando para proteger a vida e a saúde da nossa população”, afirmou.

O prefeito acrescentou que a medida é importante nesse momento, em que Londrina vive uma nova fase de diminuição dos casos e atendimentos. “Esse período de redução levará também a uma queda na ocupação de leitos de UTI. Nossa vontade era que as aulas retornassem quando nossos professores, educadores e profissionais dessa área estivessem vacinados. Teremos ainda outras ondas da pandemia, por isso é preciso amenizar os impactos ao máximo agora”, concluiu.

NCPML

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