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Li, com contentamento, no portal Boa Vontade (www.boavontade.com), que nossa escola-modelo, o Instituto de Educação da LBV, em São Paulo, recebeu, na terça-feira, 14/7, o Selo Organização Parceira 2009/2010, oferecido pelo Centro de Voluntariado de São Paulo (CVSP). A premiação, que possui validade de dois anos, é conferida a organizações que mantêm parceria ativa com o órgão e fornecem um programa de voluntariado atuante e transformador.

Diz a matéria: “Em entrevista à Super Rede Boa Vontade de Comunicação (rádio, TV e internet), a presidente do CVSP e diretora-presidente do Instituto Faça Parte, dra. Milú Villela, ressaltou: ‘A cada ano temos mais organizações sociais participando. E é com muito orgulho que fazemos parte dessa causa. Acreditamos que, ao ser voluntários, realmente podemos fazer uma mudança, uma transformação no mundo’. A ilustre presidente destacou, ainda, o perfil do trabalho voluntário no país: ‘O Brasil tem se expandido e dado uma amostra de que o brasileiro é solidário, é voluntário’”.

Fato inconteste, nobre dra. Milú. O apoio do povo às iniciativas de promoção humana, social e educacional da LBV comprova essa realidade. Aproveito para parabenizá-la pela brilhante atuação à frente do Centro de Voluntariado de São Paulo.

Por um Brasil melhor

O Lar e Parque da LBV — Templo da Natureza e da Criança —, em Glorinha, é uma das obras da Instituição que honram o povo gaúcho. Muitos colaboradores e amigos o visitam para conhecer de perto a excelência de sua atividade na área da promoção humana e social. Na sexta-feira, 10/7, quem esteve lá foi o secretário de Meio Ambiente do Rio Grande do Sul, Berfran Rosado. Por sinal, ele foi o proponente da homenagem que recebi em 2006: a Medalha do Mérito Farroupilha, maior distinção da Assembleia Legislativa do Estado, da qual muito me orgulho. Falando à Super RBV, revelou: “Conheço o trabalho da LBV aqui no Sul há muitos anos, e isso me faz um admirador e alguém que reconhece o valor desta tão nobre ação. Vejo aqui uma infraestrutura, muito nobre e qualificada, à disposição de crianças e adolescentes. É muito mais que condições estruturais de técnicas de auxílio, suporte, apoio, mas em relação à educação, ao relacionamento e orientação à família. Ou seja, é um conjunto de aportes oferecidos que extrapolam as condições físicas e permitem, ao final, a construção de homens e mulheres muito mais felizes e realizados, capazes de contribuir para que o Brasil possa ser melhor. A educação ambiental também chega aqui por mãos qualificadas, para que eles se tornem não só conscientes dos cuidados que precisamos ter com a questão ambiental, mas agentes de um processo de desenvolvimento sustentável, que conciliará a oportunidade de emprego com os cuidados, a proteção e a conservação dos recursos naturais”.

Ao dr. Berfran, o nosso agradecimento por suas incentivadoras palavras.

Chave da Vida e da Morte

Recordo-me de uma comovente prece em que Alziro Zarur (1914-1979) mais uma vez se referia ao Mandamento Novo do Cristo — “amai-vos como Eu vos amei” — chamando-o de “Chave da Vida e Chave da Morte” para a Criatura, seu Espírito eterno e os povos. Analisando a palavra dele, concluímos que é Chave da Vida para quem ama sem interesses escusos, realizando-se, mesmo que o mundo inteiro esteja contra essa pessoa. Já aqueles que não sabem amar decretam a falência da própria Alma, até que a Mestra Dor os desperte para a autêntica origem que é o colo de Deus, o Amor Infinito. Enquanto isso não for alcançado, o Ser Humano viverá a Chave da Morte, isto é, a frustração provocada pelo erro. O Novo Mandamento de Jesus, espiritualmente revolucionário, é a queda de todas as bastilhas do ódio.

Elevada aliança

O Evangelho do Divino Mestre sobrevive porque expande forte mensagem moral (eu não disse moralista), ética, social, humana e espiritual. Ao estudá-lo, sempre em Espírito e Verdade à luz do “amai-vos como Eu vos amei”, passamos a assimilar — com o fluir do Tempo, que é “o grande Ministro de Deus” — o conceito de Justiça unido à Bondade. Não se transformando em cúmplice do que está errado, mas incorporando à Alma essa elevada aliança como o sentimento de benevolência que nasce do coração, criado por um Deus que, na definição de Jesus por intermédio de João Evangelista, “é Amor”. A fim de tornar mais claro o raciocínio, volto a lembrar uma máxima de Confúcio (551-479 a.C.), com a qual sempre me alinhei. Ele afirma, do alto de sua sabedoria milenar, que “paga-se a Bondade com a Bondade, mas o mal com a Justiça”.

Há décadas, num improviso que proferi no Rio de Janeiro, declarei que a Justiça de Deus é a expressão verídica do Amor.

(...) O amadurecimento ir-nos-á revelando essa Augusta Face do Pai Celestial, a qualidade pedagógica do Seu Amor e de Sua Justiça aliados.

José de Paiva Netto — Jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@uol.com.brwww.boavontade.com

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