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O Memorial do Londrina Esporte Clube passa a se juntar aos tradicionais museus da cidade como um dos grandes pontos de encontro àqueles que querem saber um pouco mais de como o passado pode ajudar a entender e a transformar o futuro.

No caso do “Museu do LEC”, é a chance de o torcedor alviceleste e todo mundo que gosta de esporte saber um pouco mais das conquistas que tornaram o Tubarão em um dos clubes mais importantes do país e um dos símbolos de Londrina e região.

A inauguração ocorreu neste sábado (16), no Estádio Vitorino Gonçalves Dias. Quem esteve presente pôde fazer uma viagem no tempo. Autógrafos, bandeiras, bolas, camisas, documentos, flâmulas, fotos e troféus estão entre as centenas de itens dispostos nos quatro ambientes diferentes do local, que abriga 250m2 de área de visitação.

“É um lugar muito bom de se estar, que pode ajudar o torcedor a ter ainda mais orgulho pelo clube”, afirmou Edson Henrique dos Santos, funcionário que está há mais de 30 anos no Tubarão. Tamanha dedicação rendeu a ele uma homenagem. O nome Edson Henrique dos Santos passa a ser também o do memorial alviceleste, em respeito à dedicação do “Guardião do VGD”, como ficou conhecido o administrador.

“O Londrina hoje figura entre os clubes que estão no topo por causa de toda essa história que é contada aqui”, continua o “Sr. Edson”, como é carinhosamente chamado por amigos e companheiros de clube. “Fico muito feliz pela homenagem. Trabalho no clube há 30 anos, mas sou torcedor desde 1970. Vivo aqui no estádio mais do que na minha própria casa”, garante.

Com o primeiro dia de visitação aberto ao público, não faltou gente de toda parte e de todas as idades. Personalidades e autoridades da cidade também estiveram presentes, assim como antigos e atuais dirigentes do clube. Ex-jogadores do Alviceleste também puderam reviver no memorial situações vividas dentro do clube. O torcedor também compareceu e aprovou o novo ponto de encontro.

“Confesso que se fosse possível, passaria vários dias aqui no memorial. Em um dia só não tem como ver tudo”, afirma o estudante Guilherme Schneider, de 20 anos de idade e torcedor assíduo do Tubarão. “Está sensacional, um lugar em que dá vontade de você ficar. “O Londrina não é um clube qualquer, tem uma história gigante. Acredito até que esse espaço ainda será pouco pelo que o clube ainda irá conquistar no futuro”, vislumbra.

“Essa história do Londrina tinha que ser resgatada”, aponta o presidente do Conselho Executivo do LEC, Cláudio Canuto. “Quando chegamos com a SM Sports em 2011, esse espaço que hoje abriga o memorial, por exemplo, era intransitável por conta do abandono. Assumimos esse compromisso de revigorar esse espaço e reviver essa história do Londrina aqui com todos da cidade. Então está aí: a história do clube está resgatada e ela ainda vai continuar por muitas gerações”, conclui.

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