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Quando me disseram esta simples frase, logo me chamou a atenção, e pelo sim ou pelo não, comecei a entender que realmente fica tudo mais fácil, se for feito da maneira mais simples.

Na realidade, as coisas são mesmo simples, e de tão simples que são nos deixam confusos e acabamos por complicar tudo, e por arrumar sempre alguma dificuldade onde esta não existe, é que na maioria das vezes perdemos boas oportunidades até mesmo de ficar de boca fechada.

Por isso que adotei a maneira simples de ver, fazer e até dizer as coisas, as idéias, os desejos, as vontades, os sonhos e até mesmo as tristezas.

Querem alguns exemplos simples?

Se para pedir emprego você vai com uma ladainha muito grande, se põe tão para baixo, que seu astral negativo não deverá fazer parte do perfil da empresa ou do emprego pretendido.

Mais outro, está quando para fazer uma declaração de amor, você se enrola todo, e acaba não convencendo. Mas se por acaso optar pelo simplesmente dizer, “amo você ou eu lhe desejo e quero”, fica bem mais prático não?

Quando lhe dizem algo que não gosta resolve sair com um “fiquei magoado com você, jamais esperava isso de você”, ou coisa parecida, não convence tanto como se você disser, “poxa agora você pegou pesado demais!”

Quando você comete um erro e precisa repará-lo, acaba se saindo com um “eu gostaria de lhe pedir desculpas”. Mas francamente, “gostaria” ou quer? Não será bem mais simples dizer, “quero que me desculpe” ou “quero que me perdoe”?

O mais incrível de tudo é que por não azermos as coisas da forma mais simples, depois ainda somos capazes de assumir que ao que parece não fomos claros o suficiente.

É claro que agora alguns dirão de que nemf sempre devemos dizer tudo que pensamos ou sentimos, mas queremos deixar a pergunta, “por quê?” Como poderão os outros saber, se complicando tudo deixamos a maior parte do todo, de fora? Não adianta também negar que depois ficamos matutando pela nossa janela, de que deveríamos ter dito e não o fizemos.

Para que não nos perguntem depois o que foi que queríamos aqui dizer, vamos simplificar as coisas. Que tal de parar de complicar nossas vidas? É bem mais fácil fazer tudo mais simples, não? Então, faça!

Antonio Jorge Rettenmaier, Escritor, Cronista e Palestrante, membro da AGEI, Associação Gaúcha dos Escritores Independentes. Esta coluna está em 70 jornais impressos e eletrônicos do Brasil e Exterior.

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