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Você já deve ter ficado quase que sem saber o que dizer, confesse! É que sempre se fica na dúvida, porque se falarmos bem poderemos ser criticados por auto-elogio, e se falarmos mal, daremos munição para que nos critiquem por nossos defeitos.

Se falarmos bem, levantaremos a suspeita de que não se é tão bonzinho e muito menos tão virtuoso assim. E o pior! Que somos lobos querendo aparecer sob pele de cordeiros!

Se falarmos mal, logo ouviremos que até que enfim reconhecemos que não somos tão santos assim e que custamos, mas até que finalmente reconhecemos os defeitos. E ora! “Eu bem que desconfiava dele!”

Então, podemos chegar à conclusão que devemos contar as coisas boas e as ruins também. Mas quais contar primeiro? As boas ou as ruins? Se falarmos primeiro das positivas, corremos o risco de julgarem que só preparamos o terreno para depois soltar os podres. Mas se primeiro forem ditas as más, as boas depois serão recebidas como tentativa de tapar o sol com a peneira, e que elas não servem para desculpar o mal que temos.

E ora! “Não é mesmo flor que se cheire!”

A grande verdade é de que sempre estamos prontos a pagar por um favor, ou no mínimo, ser reconhecidos pelos que fizemos. Nada parece conseguir passar pela simples peneira da sinceridade e da verdade.

Quem sabe não seria o caso de adotar aquele ditado que prega “Falem bem ou falem mal, mas falem de mim!”? Ora! Seriam sempre bem mais do que quinze segundos de fama, não?

Sem falar que sempre há os arqueiros de plantão, que mandam suas flechas contra o alvo e “Se a mosca não sair de lá, azar dela!”

O gozado é que ainda tem uma comadre que garante a outra que “Só se tem certeza que um homem é solteiro, se sua roupa tiver cheiro de naftalina.” Quanta sabedoria que mais uma vez revela um ser maldoso, inimigo das traças!

E nessa barafunda que virou nossa crônica, por favor, me diga o que eu posso falar de mim?

E por falar nisso, a família Gollmann está procurando descendentes dos Gollmann em todo Brasil e pede nossa ajuda para localizá-los. Se você for um ou conhecer algum, entre em contato com sisigollmann@bol.com.br ou fone 51.3741.2192. Ajude a contar a história dos Gollmann no Brasil, não fique no quase.

Antonio Jorge Rettenmaier, Cronista, Escritor e Palestrante, membro da AGEI, Associação Gaúcha dos Escritores Independentes. Esta coluna está em mais de oitenta jornais impressos e eletrônicos no Brasil e Exterior.

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