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Nada impede de copiar. Será mesmo que não? Não são raras as grandes obras que habitam grandes exposições mesmo sendo cópias. E como às vezes é dificultoso provar que não se trata nada mais do que uma cópia. E assim também somos nós no dia a dia. Podemos citar inúmeros exemplos de manias coletivas de mais ou menos números. Há pessoas, por exemplo, que jamais aceitariam uma sala de cinema. Simplesmente porque um dia um alguém qualquer afirmou que o ambiente é contínuo de fluídos negativos. Mas os filmes que deixa de lá ver, assiste em sessões da TV ou DVD. Com pipoca e tudo.

Uma festa em uma boate está carregada de manifestações demoníacas. É melhor ficar em casa, sentada em um canto, cantando mantras. Depois, ficar sentindo que sua própria vida poderia ser melhor. Mas, só de pensar em participar de uma festa, já irá causar uma culpa demasiada para sua consciência.

Por ser intransigente, certa ou errada, consigo mesma, se torna insensível aos outros. Mas porque será então que esta mesma pessoa acabará repetindo várias vezes em inúmeras oportunidades, será que sou uma pessoa tão errada assim? Onde estaria meu erro? Será que não posso ser vista de maneira diferente pelas outras pessoas? O que será que tenho que faz com se afastem de mim? Que aos poucos me fico tão só?

A resposta é simples. Não sabem se criar. Preferem ser cópias. De frases. De mantras. De ideias. De poder de julgar. De condenar. De crenças. De processos seletivos. De solidão. Não sabem ver o número de espaços em branco pelo número de perguntas feitas. Estas não vem como cópias.

Só que na exposição da vida, as cópias são mais fáceis de identificar.  Apesar de a vida ser a mais completa obra de arte, ela dá a chance de se criar. Vidas. Novas vidas.Mas, infelizmente... Alguns preferem se copiar.

A partir do dia 22 de julho estarão à disposição com impressão a laser tamanho pocket, 10x15, os livros Ele! (48 páginas) e Ele voltou! (44 páginas)  ao custo de R$35,00 (OS DOIS LIVROS) já incluso custo Correios (PAC), pagamento depósito bancário e pedidos por email ajrs010@gmail.com, eprocultura@gmail.com .

Antonio Jorge Rettenmaier, Cronista, Escritor e Palestrante. Esta crônica está em mais de noventa jornais impressos e eletrônicos no Brasil e exterior.

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