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E quem ainda não conhece meu amigo Boca? Pois devo confessar que estou começando a admirar esse cara, apesar de conhecê-lo há quase vinte anos, e sabê-lo bem atrapalhado. Mas sei também que esse atrapalho todo se deve mais a sua simplicidade e a sua cumplicidade com a vida do que qualquer outra coisa. Pois neste final de semana ele me liga no sábado a noite, pedindo ajuda.

“Ô meu! Eu sei que você sabe fazer muitas coisas, e quero sua ajuda!”

Eu quis logo saber no que poderia ajudá-lo, mais para encurtar o assunto do que realmente interessado em lhe prestar a ajuda de que precisava.

“Ô meu! “Tive” hoje de manhã conversando com o Nesto (na realidade Ernesto, metido a psicólogo e filósofo de boteco) que me disse que eu precisava aproveitar o final de semana para fazer com calma, o balanço da minha vida. Que eu devia colocar em um prato as coisas “boa” e no outro as “ruim”, e se o das “ruim” estava mais pesado, ver o que podia fazer para ainda melhorar minha vida”

Disse ao Boca que seria mesmo interessante fazer isso, porque afinal de contas todos nós devemos fazer isso ao final de cada ano e projetar o seguinte para melhorar nossas vidas.

“Tá meu! Mas já gastei quase todas “folha” do caderno da minha “fia” tentando fazer o desenho do raio desse balanço e não acerto... Me ajuda aí! Como é que eu faço? Fiz de tarde um balanço com uma “táubua” amarrada com duas “corda”, dependurei no “gaio” da laranjeira e fiz o teste com dois “prato” de casa colocando num mais “laranja” que no outro, e ficou tudo igual! O raio do balanço não pendeu não pro lado que tinha mais “laranja” cara! Acho que o Nesto anda “viajando”! Será que ele não quis dizer prá eu “fazê” mesmo era uma gangorra meu? Já liguei prá ele mas ele não “tava”, não achei ele também no boteco de Nenzinho e lembrei de ti.”

É... Ele tinha que lembrar mesmo era de mim. E agora?

Mas acabei achando a solução. Expliquei ao Boca que o Ernesto tinha usado a balança como símbolo, que o que ele queria dizer na verdade é que ele precisava pegar uma folha de papel e colocar de um lado da página as coisas boas que tinham acontecido com ele neste ano e do outro as ruins.

“Até os “tombo” dos “trago”?”

Principalmente estes, principalmente estes, lhe disse eu.

E completei dizendo que em outra página deveria escrever tudo o que queria fazer no ano que vem, e que cada vez que conseguisse realizar o desejo, poderia riscá-lo.

“Os “trago” e as “encrenca” também escrevo lá?”

Não Boca, estes de preferência, não tome e não arrume!

“ Vixi cara! Você é pior do que o Nesto! “Qué” mesmo é “estragá” meu ano que vem! Tchau!”

Fazer o que? E você? Já fez seu balanço muito doido?

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Um exemplo de organização a Feira do Livro no último final de semana em Cachoeirinha na Grande Porto Alegre - RS. Coordenação da Sonia Zanchetta da Agora Produção (agoraproducao@gmail.com). Exemplo de profissionalismo e respeito pelos autores, à ser seguido de norte à sul. Obrigado!

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