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Sempre que nossa seleção olímpica enfrenta equipes africanas nos jogos olímpico, é sinal de que terá pedreira pela frente, e nesses jogos não foi diferente. A atual medalha de ouro é a grande favorita e palpite certo dos apostadores, mas logo no início da partida a amarelinha já recebeu um golpe duro e ficou com um homem a menos.

Foto: AVB

Após bater a Alemanha na estreia, a seleção brasileira não saiu do empate em 0 a 0, em partida contra a Costa do Marfim, no último domingo, no Estádio Internacional de Yokohama. As duas equipes ficam com quatro pontos no Grupo D, mas o Brasil lidera pelo saldo de dois gols contra um.

Na partida, a Amarelinha jogou 75 dos 90 minutos com um homem a menos, e Jardine optou, com a perda prematura, por fazer ajustes no posicionamento de atletas como o meia Claudinho. Sem o seu 1º volante, Douglas Luiz, expulso, não colocou um atleta para fazer a função. Atuou sem – mais um indício do tipo de ideia que Jardine quer passar.

Por mais que torcedores brasileiros tenham contestado a expulsão do volante Douglas Luiz aos 13 minutos do primeiro tempo, foi um lance com uma série de erros individuais do jogador: incialmente não conseguiu dominar na receptação de um passe no meio-campo, lance que cedeu o contra-ataque para a Costa do Marfim, após perder na velocidade e fez a falta no jogador marfinense que rendeu o cartão vermelho e complicou a atuação do Brasil em Yokohama.

Como de costume, a partida ficou caracterizada pelo jogo extremamente físico imposto pela equipe africana, que começou o jogo mais recuada com uma linha de cinco defensores, consciente da ofensividade da seleção brasileira que de cara propôs o jogo, recuando somente após a expulsão. Mesmo assim, não correu grandes riscos no primeiro tempo. Santos fez boas defesas em finalizações de Kessie e Amad Diallo e não muito mais do que isso.

Na próxima rodada, o Brasil enfrenta a Arábia Saudita, quarta-feira (28), as 5 da manhã (horário de Brasília). Será mais uma oportunidade de ver ideia e execução de uma seleção que chegou em Tóquio disposta a praticar um futebol ofensivo, mesmo em momentos adversos.

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