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Criados para financiar projetos nas áreas de atuação das Superintendências do Desenvolvimento da Amazônia (Sudene), do Nordeste (Sudam) e do Centro-Oeste (Sudeco), os fundos de desenvolvimento dessas regiões poderão ser acessados por cooperativas. É o que prevê o Projeto de Lei 262/2019, apresentado pelo senador Flávio Arns (Rede-PR).

A proposta inclui as cooperativas no rol dos beneficiários dos recursos do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA), Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) e Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FDCO).

“Até hoje o cooperativismo não tem tido o devido acesso a essas fontes de financiamento, seja como beneficiário direto dos recursos, no caso das cooperativas agropecuárias e de outros segmentos, seja como operadores dos fundos, por meio das cooperativas de crédito”, aponta o parlamentar.

Para o senador, a inclusão das cooperativas como beneficiárias dos fundos tornará mais efetiva a promoção do desenvolvimento dessas regiões. “Isso permitirá que as cooperativas invistam em projetos de infraestrutura, logística e na estruturação de empreendimentos produtivos para dinamizar a economia dessas regiões”, justifica.

Segundo Arns, a medida busca fortalecer as cooperativas que são fontes sustentáveis de emprego e renda no Brasil. “Os dados do setor impressionam. Atualmente, 48% de toda a produção agrícola brasileira passa de alguma maneira por uma cooperativa agropecuária e 38% dos brasileiros com assistência médica são atendidos por cooperativas de saúde”, exemplifica.

O cooperativismo beneficia direta ou indiretamente 51,6 milhões de pessoas em todo o país. Em 564 municípios, as cooperativas de crédito são as únicas instituições financeiras locais e 807 municípios são atendidos por cooperativas de eletrificação no país. No setor de transporte, as cooperativas são responsáveis pela movimentação de 428 milhões de toneladas de cargas por ano.

Greicy Pessoa/Asimp

Criados para financiar projetos nas áreas de atuação das Superintendências do Desenvolvimento da Amazônia (Sudene), do Nordeste (Sudam) e do Centro-Oeste (Sudeco), os fundos de desenvolvimento dessas regiões poderão ser acessados por cooperativas. É o que prevê o Projeto de Lei 262/2019, apresentado pelo senador Flávio Arns (Rede-PR).

A proposta inclui as cooperativas no rol dos beneficiários dos recursos do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA), Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) e Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FDCO).

“Até hoje o cooperativismo não tem tido o devido acesso a essas fontes de financiamento, seja como beneficiário direto dos recursos, no caso das cooperativas agropecuárias e de outros segmentos, seja como operadores dos fundos, por meio das cooperativas de crédito”, aponta o parlamentar.

Para o senador, a inclusão das cooperativas como beneficiárias dos fundos tornará mais efetiva a promoção do desenvolvimento dessas regiões. “Isso permitirá que as cooperativas invistam em projetos de infraestrutura, logística e na estruturação de empreendimentos produtivos para dinamizar a economia dessas regiões”, justifica.

Segundo Arns, a medida busca fortalecer as cooperativas que são fontes sustentáveis de emprego e renda no Brasil. “Os dados do setor impressionam. Atualmente, 48% de toda a produção agrícola brasileira passa de alguma maneira por uma cooperativa agropecuária e 38% dos brasileiros com assistência médica são atendidos por cooperativas de saúde”, exemplifica.

O cooperativismo beneficia direta ou indiretamente 51,6 milhões de pessoas em todo o país. Em 564 municípios, as cooperativas de crédito são as únicas instituições financeiras locais e 807 municípios são atendidos por cooperativas de eletrificação no país. No setor de transporte, as cooperativas são responsáveis pela movimentação de 428 milhões de toneladas de cargas por ano.

Greicy Pessoa/Asimp

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