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Artículo de Opinión del Presidente del Parlamento del MERCOSUR Oscar Laborde.

El Protocolo Constitutivo del Parlamento del MERCOSUR, que dio origen a nuestra institución, nos define como él órgano de representación de los pueblos del Mercado Común del Sur, con carácter independiente y autónomo, dentro del marco de nuestra estructura institucional internacional. En tal sentido nuestro compromiso irrestricto con la democracia en la Región, pretende expresar y representar el compromiso de nuestros pueblos con la democracia en la Región. Bolivia es por lo tanto hoy, una gran preocupación para nosotros.

El Estado Plurinacional de Bolivia vive las consecuencias de un golpe de estado que no ha podido consolidarse plenamente, por la resistencia del pueblo boliviano. De todos modos, el Gobierno emergente de aquella interrupción institucional, intenta evitar el retorno de la democracia, con uñas y dientes. Este infausto proceso que lleva varios meses, ha costado centenares de muertes, desde aquella noche aciaga del 11 de noviembre de 2019.

Las elecciones generales han sufrido distintas postergaciones y el último acuerdo que preveía su realización el 6 de septiembre de 2020, ha quedado en suspenso. El jueves 23 de julio, una comunicación del Tribunal Superior Electoral del Estado Plurinacional de Bolivia, expresó su decisión de prorrogar las elecciones generales previstas para el 6 de septiembre, para llevarles a cabo el 18 de octubre. El motivo alegado: “el agravamiento de las variables epidemiológicas de la pandemia de Covid-19”. Pero falta el consenso de todos los sectores para que se concrete. Y para evitar las tentaciones autoritarias y golpistas, y el compromiso que no habrá ninguna otra postergación.

Nuestro Parlamento del MERCOSUR con su Observatorio de la Democracia, que integra nuestra institución, participó en la elección del 20 de octubre de 2019, en el Estado Plurinacional de Bolivia, con una misión de acompañamiento y observancia electoral, dentro del marco del Programa de Acompañamiento Electoral Internacional de nuestra institución. Allí pudimos conocer y compartir informaciones acerca de la legislación y del proceso electoral boliviano propiamente dicho, que en ningún caso es imputable de fraudulento, como demostrarían posteriormente numerosos estudios internacionales.

En tiempos recientes hemos dialogado con las fuerzas políticas más importantes de Bolivia y ofrecido oficialmente al Tribunal Superior Electoral de Bolivia y a su Presidente Salvador Romero, nuestra mediación político institucional, para colaborar y ser garantes de la realización de elecciones, libres, transparentes y sin proscripciones, que repongan en el Palacio Quemado, autoridades estatales legítimas y democráticamente electas.

Trabajamos a su vez, para fortalecer esa estrategia, en la articulación de un plan de trabajo común, con distintos Parlamentos Internacionales, para colaborar con el total restablecimiento de la Democracia y el Estado de Derecho, en el Estado Plurinacional de Bolivia.

Construir una región de paz, de democracia y de integración entre nuestros pueblos y nuestros gobiernos, ha sido desde siempre la misión primordial del Parlamento del MERCOSUR.

Hoy más que nunca ese desafío está presente.

Trabajaremos por lograrlo.

Artículo publicado originalmente en el Página 12.

Parlasul e democracia na Bolívia

Artigo de Opinião do Presidente do Parlamento do MERCOSUL, Oscar Laborde.

O Protocolo Constitutivo do Parlamento do MERCOSUL, que deu origem à nossa instituição, nos define como o órgão representativo dos povos do Mercado Comum do Sul, com caráter independente e autônomo, no âmbito de nossa estrutura institucional internacional. Nesse sentido, nosso compromisso irrestrito com a democracia na Região pretende expressar e representar o compromisso de nossos povos com a democracia na Região. A Bolívia é, portanto, hoje uma grande preocupação para nós.

O Estado Plurinacional da Bolívia vive as consequências de um golpe que não conseguiu se consolidar plenamente devido à resistência do povo boliviano. De qualquer forma, o governo que sai dessa interrupção institucional tenta impedir o retorno da democracia com unhas e dentes. Este infeliz processo que leva vários meses, custou centenas de mortes, desde aquela noite fatídica de 11 de novembro de 2019.

As eleições gerais sofreram diversos adiamentos e o último acordo que previa sua realização em 6 de setembro de 2020, foi suspenso. Na quinta-feira, 23 de julho, uma comunicação do Tribunal Superior Eleitoral do Estado Plurinacional da Bolívia expressou sua decisão de prorrogar as eleições gerais programadas para 6 de setembro, a serem realizadas em 18 de outubro. O motivo alegado: “o agravamento das variáveis ​​epidemiológicas da pandemia Covid-19”. Mas falta o consenso de todos os setores para que se concretize. E para evitar tentações autoritárias e golpistas, e o compromisso de que não haverá mais demora.

Nosso Parlamento do MERCOSUL com seu Observatório da Democracia, que faz parte de nossa instituição, participou da eleição de 20 de outubro de 2019, no Estado Plurinacional da Bolívia, com a missão de acompanhamento e observância eleitoral, no âmbito do Programa de Acompanhamento Eleitoral Internacional de nossa instituição. Lá pudemos conhecer e compartilhar informações sobre a legislação e o próprio processo eleitoral boliviano, que em nenhum caso pode ser atribuído a fraude, como numerosos estudos internacionais posteriormente demonstrariam.

Nos últimos tempos, dialogamos com as forças políticas mais importantes da Bolívia e oferecemos oficialmente ao Tribunal Superior Eleitoral da Bolívia e ao seu Presidente Salvador Romero, nossa mediação política institucional, para colaborar e ser fiadores da realização de eleições, livres, transparentes e sem proscrições. , que substituam no Palácio de Quemado, autoridades estaduais legítimas e democraticamente eleitas.

Trabalhamos por sua vez, para fortalecer esta estratégia, na articulação de um plano de trabalho comum, com diversos Parlamentos internacionais, para colaborar com o restabelecimento total da Democracia e do Estado de Direito, no Estado Plurinacional da Bolívia.

A construção de uma região de paz, democracia e integração entre nossos povos e nossos governos sempre foi a missão primordial do Parlamento do MERCOSUL.

Hoje, mais do que nunca, esse desafio está presente.

Vamos trabalhar para o conseguir.

Agência Parlasul

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