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Artículo de Opinión de la Parlamentaria Eliana Bertón, miembro de la Delegación de Bolivia.

Los procesos de integración latinoamericana en los que participa el Estado Plurinacional de Bolivia, son de cooperación y solidaridad internacional, para alcanzar el desarrollo económico y social, de los países miembros que se esfuerzan en continuar en el empeño integracionista.

Bolivia, se constituye en un referente de integración muy importante en la región. Prueba de ello es la ley número 522 de 28 de abril de 2014, que regula los procedimientos para la elección de los Supraestatales, como expresión popular, es decir electos por el voto ciudadano.

Este sistema para la elección directa de la Representación Ante Organismos Parlamentarios Supraestatales de Integración –es innovador, y profundamente democrático, se afianza en el artículo 265 de la ley fundamental del Estado, que dispone: “El Estado promoverá, sobre los principios de una relación justa equitativa y con reconocimiento de las asimetrías, las relaciones de integración social, política, cultural y económica con los demás estados, naciones y pueblos del mundo y en particular, promoverá la integración latinoamericana”.

De esta manera, se establece la Diplomacia Parlamentaria y representación boliviana ante los diferentes parlamentos de integración: MERCOSUR, Andino, Unión Interparlamentaria-UIP, Latinoamericano, Indígena y Amazónico.

Hay que reconocer que la Representación Supraestatal nacional, logró muchos resultados y beneficios para Bolivia. Estos, en parte, fueron:

-La promoción de la Hidrovía Paraguay-Paraná, ante los cinco países de la Cuenca del Plata que integran esta vía: Argentina, Bolivia, Brasil, Paraguay y Uruguay, iniciada el año 2016, antes de que se resuelva la controversia con Chile, en la Corte Internacional de Justicia en La Haya. Los diferentes Foros en países de la región, las reuniones de coordinación y cooperación, llevaron a los Supraestatales a navegar la Hidrovía Paraguay-Paraná, con los representantes de los cinco países, para promover su uso y la internalización de la normativa fluvial, que garantice la libre navegación.

-En lo que se refiere al Puerto Franco de Paranaguá, la Representación boliviana, gestionó la promulgación de la ley dormida por más de 10 años, en el Senado de la República del Brasil. Así logró que se otorgue el Puerto Franco de Paranaguá a Bolivia.

-La Seguridad Alimentaria, se inicia en Santa Cruz de la Sierra, en el mes de mayo de 2018, como prioridad para la región, por iniciativa de los Supraestatales. Con la participación de Instituciones que representan al sector productivo como: ANAPO, CAO, FEGASACRUZ y CONGABOL. Se firma una Carta de Intenciones entre Parlamentos y Sector Privado-productivo. Hoy es un Convenio de Asistencia Técnica y de Cooperación, con el apoyo directo de la Cancillería boliviana, para la producción y exportación de carne bovina y otros productos, a diferentes mercados regionales y también a mercados de ultra mar.

-Entre los importantes marcos normativos aprobados en los diferentes Parlamentos se pueden citar: El Decenio del pueblo Afro- boliviano; Turismo Comunitario; Desarrollo Energético Sostenible; Cambio Climático y la Agricultura; Desarrollo de las PYMES; Ciencia, Tecnología e Innovación; Facilitación del Comercio Regional; Pesca Artesanal; Bullying; Grooming;. Así como diferentes Declaraciones.

-En los Parlamentos, se ha promocionado a la Bolivia productiva, logrando la constitución de empresas en el país, con beneficios para los bolivianos y las bolivianas.

Es de destacar, que también por el trabajo Supraestatal, Bolivia ya no es receptor pasivo de propuestas, sino exponente activo, porque exporta normativas, políticas y programas. Presenta continuidad en los trabajos parlamentarios internacionales y representa la voz de los pueblos en los procesos de integración, sin distinción alguna.

La Diplomacia Parlamentaria que ejercen los Supraestatales, es de relevancia para todos.

Suprastatais e Diplomacia Parlamentar

Artigo de opinião da parlamentar Eliana Bertón, membro da Delegação da Bolívia.

Os processos de integração latino-americana dos quais o Estado Plurinacional da Bolívia participa são de cooperação e solidariedade internacional, para alcançar o desenvolvimento econômico e social dos países membros que se esforçam para continuar no empreendimento integracionista.

A Bolívia é uma referência de integração muito importante na região. Prova disso é a lei número 522, de 28 de abril de 2014, que regulamenta os procedimentos para a eleição dos Suprastatais, como expressão popular, ou seja, eleita pelo voto do cidadão.

Esse sistema de eleição direta da Representação para as Organizações Parlamentares de Integração Supra-Estadual - é inovador e profundamente democrático - é fortalecido no artigo 265 da lei fundamental do Estado, que dispõe: “O Estado promoverá, segundo os princípios de um relacionamento justas e com reconhecimento de assimetrias, as relações de integração social, política, cultural e econômica com os demais estados, nações e povos do mundo e, em particular, promoverão a integração latino-americana. ”

Dessa forma, a Diplomacia Parlamentar e a representação boliviana são estabelecidas perante os diferentes parlamentos de integração: MERCOSUL, Andino, União Interparlamentar-UIP, América Latina, Indígena e Amazônia.

É preciso reconhecer que a Representação Nacional do Estado Supremo alcançou muitos resultados e benefícios para a Bolívia. Estes, em parte, foram:

-A promoção da Hidrovia Paraguai-Paraná, diante dos cinco países da Bacia do Prata que compõem essa rota: Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai, teve início em 2016, antes da resolução da disputa com o Chile, em Tribunal Internacional de Justiça em Haia. Os diferentes Fóruns nos países da região, as reuniões de coordenação e cooperação, levaram o Supra-Estado a navegar pela Hidrovia Paraguai-Paraná, com os representantes dos cinco países, para promover seu uso e a internalização da regulamentação fluvial, o que garante Navegação livre

-No que diz respeito a Puerto Franco de Paranaguá, a Representação Boliviana, conseguiu a promulgação da lei adormecida por mais de 10 anos, no Senado da República do Brasil. Assim, ele conseguiu conceder o Porto Franco de Paranaguá à Bolívia.

- Food Safety, começa em Santa Cruz de la Sierra, no mês de maio de 2018, como prioridade para a região, por iniciativa dos Suprastatais. Com a participação de instituições que representam o setor produtivo como: ANAPO, CAO, FEGASACRUZ e CONGABOL. É assinada uma Carta de Intenções entre os Parlamentos e o Setor Produtivo Privado. Hoje é um Acordo de Assistência Técnica e Cooperação, com o apoio direto do Ministério de Relações Exteriores da Bolívia, para a produção e exportação de carne bovina e outros produtos, para diferentes mercados regionais e também para o exterior.

Entre os importantes marcos regulatórios aprovados nos diferentes parlamentos, podemos citar: a década do povo afro-boliviano; Turismo Comunitário; Desenvolvimento de energia sustentável; Mudança climática e agricultura; Desenvolvimento de PME; Ciência, Tecnologia e Inovação; Facilitação Regional do Comércio; Pesca Artesanal; Bullying; Higiene; Bem como diferentes declarações.

- Nos parlamentos, a Bolívia produtiva foi promovida, alcançando o estabelecimento de empresas no país, com benefícios para bolivianos e bolivianos.

Vale ressaltar que, também por causa do trabalho supraestatal, a Bolívia não é mais uma receptora passiva de propostas, mas um expoente ativo, porque exporta regulamentos, políticas e programas. Apresenta continuidade no trabalho parlamentar internacional e representa a voz dos povos nos processos de integração, sem distinção.

A diplomacia parlamentar exercida pelos suprastatais é relevante para todos.

Agência Parlasul

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