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Durante la LXVIII Sesión del Parlamento del MERCOSUR, realizada en el ultimo dia  14, fue aprobada una declaración que rechaza todo tipo de trabas y obstáculos que impidan la libre navegación de la Hidrovía Paraguay - Paraná. Tal hidrovía tiene un carácter estratégico para la región, dada su ubicación geográfica, el potencial productivo, económico y la importancia de los recursos naturales presentes en su área de influencia.

El documento aprobado enfatiza que la República del Paraguay, como país sin litoral marítimo, es “víctima permanente de arbitrariedades que traen grandes pérdidas a los empleados fluviales, importadores, exportadores, a los empresarios navieros y al propio Fisco”. Según el miembro informante de la Declaración, el Parlamentario paraguayo Ricardo Canese, la Hidrovía Paraguay-Paraná ha tenido permanentes obstáculos y hubo incidentes con buques detenidos.

Canese destacó que la libre circulación es un principio fundamental del MERCOSUR y que esta propuesta es de suma importancia al coincidir con la postura del PARLASUR de reafirmar esta libre circulación, especialmente en los ríos. El Parlamentario agrega que "se tienen que cumplir las reglamentaciones. Los prácticos y la gente que maneja a los buques tienen que tener las acreditaciones correspondientes, luego que se controle si hay drogas o armas, eso estamos de acuerdo. Pero justamente cuando todo cumple las reglas no puede haber motivos para detener a la circulación de las mercaderías", dijo el Parlamentario.

Del mismo modo, el Parlamentario paraguayo Manuel Morínigo manifestó que Paraguay tiene con Argentina un acuerdo firmado desde 1967, “en que la navegación en los Ríos Paraguay, Paraná y Uruguay sea libre, para cualquier buque, motorizado o no. Acciones tomadas en el pasado atentan en contra de esos acuerdos y por eso nosotros consideramos pertinente esta Declaración.”

Por otro lado, el Parlamentario argentino Aberto Asseff consideró innecesaria esta Declaración, ya que existen tratados e inclusive la Constitución argentina que garantizan la libre navegación de los ríos. "No se puede confundir trabas con control, porque si no vamos a permitir el contrabando de personas, de armas nocivas, químicas y drogas", afirmó Asseff.

Además de “rechazar trabas y obstáculos que impidan la libre navegación de la Hidrovía Paraguay - Paraná”, la Declaración aprobada insta a los Estados miembros al estricto cumplimiento de los acuerdos y protocolos internacionales sobre la libre circulación por los ríos comunitarios.

A través de la Hidrovía y su infraestructura se encamina, principalmente, la comercialización internacional de la producción de granos y derivados agroindustriales de la Argentina, Paraguay, Bolivia y parte de la producción del Estado brasileño de Mato Grosso. Siendo la soja el principal cultivo de exportación de la región de influencia, los volúmenes transportados con ese fin en el año 2016 fueron de 47,7 millones de toneladas distribuidas así: Argentina (39,7 mill), Bolivia (3,9 mill.), Paraguay (3,8 mill.) y Mato Grosso (0,33 mill.), a esto se debe agregar los tráficos ascendentes de insumos para la producción agrícola. Si bien la soja es el principal cultivo exportable de la región, desde la implementación de la Hidrovía se dio una significativa expansión de la producción de todos los cultivos exportables (soja, maíz, trigo, cebada cervecera, sorgo, girasol, maní) y sus derivados (harinas, pallets y aceites).

PARLASUR rejeita obstáculos e barreiras à livre navegação na Hidrovia Paraguai-Paraná

Durante a LXVIII Sessão do Parlamento do MERCOSUL, realizada no último dia, 14, foi aprovada uma declaração que rejeita todos os tipos de obstáculos e barreiras que impedem a livre navegação da Hidrovía Paraguai - Paraná. Esta hidrovia tem um carácter estratégico para a região, dada a sua localização geográfica, o potencial produtivo e econômico e a importância dos recursos naturais presentes na sua área de influência.

O documento aprovado enfatiza que a República do Paraguai, como país sem litoral, é "uma vítima permanente da arbitrariedade que traz grandes prejuízos aos funcionários fluviais, importadores, exportadores, companhias de navegação e ao próprio alfândega". De acordo com o membro informante da Declaração, o Parlamentar paraguaio Ricardo Canese, a Hidrovia Paraguai-Paraná tem tido obstáculos permanentes e tem havido incidentes com navios detidos.

Canese destacou que a livre circulação é um princípio fundamental do MERCOSUL e que esta proposta é de suma importância, pois coincide com a posição do PARLASUL de reafirmar esta livre circulação, especialmente nos rios. O Parlamentar acrescenta que "os regulamentos devem ser cumpridos". Os pilotos e as pessoas que administram os navios devem ter as acreditações correspondentes, assim como deve haver o controle se há drogas ou armas, nisso estamos de acordo. Mas quando tudo está em conformidade com as regras, não há razão para impedir a circulação de mercadorias", afirmou o Parlamentar.

Da mesma forma, o parlamentar paraguaio Manuel Morínigo disse que o Paraguai tem um acordo assinado com a Argentina desde 1967, "no qual a navegação nos rios Paraguai, Paraná e Uruguai é livre para qualquer embarcação, motorizada ou não. As ações realizadas no passado vão contra esses acordos e é por isso que consideramos pertinente esta Declaração."

Por outro lado, o Parlamentar argentino Aberto Asseff considerou desnecessária esta Declaração, já que existem tratados e inclusive a Constituição Argentina que garantem a livre navegação dos rios. "Não podemos confundir obstáculos com controle, porque se não vamos permitir o contrabando de pessoas, armas nocivas, produtos químicos e drogas", disse Asseff.

Além de "rejeitar obstáculos e barreiras que impedem a livre navegação da Hidrovia Paraguai-Paraná", a Declaração aprovada insta os Estados membros a cumprir estritamente os acordos e protocolos internacionais sobre livre circulação em rios comunitários.

Através desta hidrovia e de sua infra-estrutura, comercializa-se internacionalmente a produção de grãos e derivados agroindustriais da Argentina, Paraguai, Bolívia e parte da produção do estado brasileiro de Mato Grosso. Sendo a soja o principal produto de exportação da região de influência, os volumes transportados para esse fim em 2016 também foram de 47,7 milhões de toneladas distribuídas: Argentina (39,7 milhões), Bolívia (3,9 milhões), Paraguai (3,8 milhões) e Mato Grosso (0,33 milhões), a isto deve acrescentar o aumento do tráfego de insumos para a produção agrícola. Embora a soja seja a principal cultura exportável da região, desde a implantação da hidrovia houve uma expansão significativa na produção de todos os cultivos exportáveis (soja, milho, trigo, cevada para malte, sorgo, girassol, amendoim) e seus derivados (farinhas, paletes e óleos).

Agência Parlasul

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